Diretor da Pirelli descarta confusão por novos pneus na temporada 2018: “O público não é tão estúpido”

Mario Isola não acredita que a F1 vai ficar complexa demais com a adição de um sétimo pneu Pirelli em 2018. O diretor esportivo da companhia ressalta que ainda serão apenas três compostos por GP, o que facilita a vida do público

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O número recorde de sete compostos de pneus Pirelli para a temporada 2018 da F1 foi motivo de debate ao longo das últimas semanas. Com a introdução do hipermacio e do superduro, a fábrica italiana passa a oferecer um número recorde de opções para as equipes da F1. Tantas alternativas levam Mario Isola, diretor esportivo da Pirelli, a se antecipar e garantir que o esporte não corre o risco de ficar complexo demais.
 
“São três compostos por fim de semana, então nenhuma mudança na comparação com o ano passado. Sim, são mais cores. Mas o público não é tão estúpido a ponto de não entender três cores por GP”, comentou Isola.
A Pirelli vem para 2018 com um número recorde de compostos de pneus (Foto: Pirelli)

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“Sei que surgiram críticas a respeito dessa escolha de aumentar o número de compostos. Acredito que esse aumento permite maior flexibilidade [nas estratégias] e a oportunidade de fazer uma escolha melhor e ter os pneus adequados para a corrida. O objetivo também é ter uma degradação maior e conseguir dois pits e estratégias diferentes”, explicou.
 
Uma solução considerada pela Pirelli para simplificar o esporte foi chamar todos os pneus de duro, médio e macio como padrão – independente dos compostos oferecidos no GP. Mas Isola se opôs à mudança.
 
“Discutimos isso internamente e concluímos que não vamos passar a mensagem correta assim, parece que estamos usando os mesmo pneus em todas as atividades. Queremos explicar para o público que em Mônaco você precisa de compostos mais macios e em Silverstone você precisa de compostos mais duros”, comentou.
 
A temporada 2018 da F1 começa em 25 de março, com a disputa do GP da Austrália.

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