Diretor da Williams defende e acha que argumentos contra uso do rádio são fúteis: “Querem uma F1 que não existe mais”
Rob Smedley, chefe de performance da Williams, afirmou que limitar o rádio na F1 é algo inútil e sem sentido, dada a complexidade dos carros. O engenheiro também alfinetou aqueles que defendem um campeonato mais simples
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Chefe de performance da Williams, Rob Smedley foi mais um a defender o uso irrestrito do rádio na F1. Para o engenheiro inglês, os argumentos contra a utilização do recurso não fazem sentido e "são fúteis", especialmente em um campeonato com carros cada mais complexos como é caso da maior da categorias.
Em 2014, a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) optou por limitar o conteúdo das mensagens entre as equipes e os pilotos, como forma de ampliar as dificuldades para os competidores e melhorar o espetáculo. Dois anos mais tarde, a proibição foi revista e revogada, dada a pressão dos times do grid.

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"Era algo que remontava a uma F1 que já não existe mais", acrescentou. "Parece que todo mundo quer voltar a uma F1 que não existe mais. Temos algo completamente diferente hoje em dia. É um esporte de equipe e temos mais 500 pessoas trabalhando nisso aqui, na frente dos computadores", completou o britânico.
Nesta temporada, por conta da confusa regra que limitava as mensagens via rádio, Nico Rosberg acabou punido, depois que a Mercedes precisou ajudá-lo a resolver uma falha de câmbio. O episódio gerou tanta polêmica que a F1 se viu obrigada a revogar a medida.
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