Diretor da Williams exalta necessidade do Halo na F1 e minimiza impacto visual: “Na segunda corrida ninguém vai mais notar”
O diretor-técnico da Williams, Paddy Lowe, é um dos grandes defensores do Halo na F1. De acordo com ele, é provável que o protetor salve vidas ou ao menos evite acidentes perigosos para os pilotos no futuro. Quanto ao lado estético, Lowe acha que rapidamente deixará de ser um incômodo
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Após 2017 ter apresentado grandes mudanças estruturais nos carros da F1, o novo ano tem apenas uma diferença que se destaca em relação aos outros anos do Mundial. A entrada do Halo, a primeira proteção de cockpit da F1, recebeu muitas críticas e elogios durante os últimos meses. No entanto, na opinião do diretor-técnico da Williams, Paddy Lowe, logo ninguém vai perceber o protetor.

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Durante os dois últimos anos, foram realizados diversos testes com o Halo – sempre implantado temporariamente nos carros -, sempre com desagrado geral na questão estética. Neste ano, com os cockpits desenvolvidos levando em consideração a peça, a aparência nos já apresentados carros da Haas e da Williams de Lowe é mais sutil.
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