Diretor da Williams vê melhora no Brasil, mas pontos com Sirotkin “só em circunstâncias especiais”

O diretor-esportivo da Williams, Paddy Lowe, demonstrou estar contente com a evolução da Williams, que tem um ritmo real, segundo ele, para o Q2 que alcançou. Mas pontos? Ainda não, provavelmente

.embed-container { position: relative; padding-bottom: 56.25%; height: 0; overflow: hidden; max-width: 100%; } .embed-container iframe, .embed-container object, .embed-container embed { position: absolute; top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%; }

A Williams teve motivos para comemorar após o fim do treino de classificação para o GP do Brasil de F1, no fim da tarde do sábado (10) em Interlagos. Após uma série de corridas sem rendimento o suficiente para sair do Q1, Sergey Sirotkin conseguiu uma vaga no Q2. Mesmo assim, a não ser que alguma coisa fora dos padrões aconteça, pensar em pontuar é algo distante.

 
O diretor-esportivo da Williams, Paddy Lowe, afirmou durante entrevista acompanhada pelo GRANDE PRÊMIO que havia ficado claro desde a quinta-feira que a Williams teria rendimento melhor no Brasil que no México e nos Estados Unidos, por exemplo. 
 
"Desde o começo ficou claro que seríamos melhores aqui que em alguns outros circuitos. A volta de Sergey foi muito boa, uma das melhores do ano – a de Mônaco foi boa também", apontou.
 
Questionado pelo GP, Lowe avaliou que o ritmo de corrida da Williams é compatível ao do sábado: ainda longe da zona de pontuação. Para pontuar, que é possível, mas apenas com uma daquelas provas cheias de esquisitices que Interlagos vez ou outra oferece.
Sergey Sirotkin (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)

"Eu acho que nosso ritmo de corrida é parecido ao de classificação. Então, para ambos os pilotos, nos dá a oportunidade de boas disputas com os rivais próximos. Sabemos que o Brasil sempre apresenta corridas cheia de elementos, e não temos ideia de como estará o clima. Sempre existe uma chance. Estamos terminando bem as corridas, mas isso não está sendo refletido em pontos", seguiu.

 
"Em todos os domingos nós temos a meta de pontuar, mas precisamos de circunstâncias especiais. Mesmo melhorando, ser o sétimo melhor carro ou o oitavo ainda não te dá pontos", falou.
 
Sobre Sirotkin, assentiu que há evolução no russo nove meses após o começo da temporada. 
 
"Há muita coisa complicada para aprender com o carro, especialmente os pneus. E ele vai aprendendo pouco a pouco", elogiou. Quando tentou ser levado a dar uma palavra sobre o futuro do piloto, que ainda está na balança, escapou: "Vocês não vão me enganar."
GRANDE PRÊMIO cobre ‘in loco’ o GP do Brasil de F1 com os repórteres Evelyn Guimarães, Felipe Noronha, Fernando Silva, Gabriel Curty, Juliana Tesser, Nathalia De Vivo e Pedro Henrique Marum, e o fotógrafo Rodrigo Berton. Acompanhe tudo aqui.

.embed-container { position: relative; padding-bottom: 56.25%; height: 0; overflow: hidden; max-width: 100%; } .embed-container iframe, .embed-container object, .embed-container embed { position: absolute; top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%; }

GOSTA DO CONTEÚDO DO GRANDE PRÊMIO?

Você que acompanha nosso trabalho sabe que temos uma equipe grande que produz conteúdo diário e pensa em inovações constantemente. Mesmo durante os tempos de pandemia, nossa preocupação era levar a você atrações novas. Foi assim que criamos uma série de programas em vídeo, ao vivo e inéditos, para se juntar a notícias em primeira-mão, reportagens especiais, seções exclusivas, análises e comentários de especialistas.

Nosso jornalismo sempre foi independente. E precisamos do seu apoio para seguirmos em frente e oferecer o que temos de melhor: nossa credibilidade e qualidade. Seja qual o valor, tenha certeza: é muito importante. Nós retribuímos com benefícios e experiências exclusivas.

Assim, faça parte do GP: você pode apoiar sendo assinante ou tornar-se membro da GPTV, nosso canal no YouTube