Diretor-esportivo da Manor Marussia elogia parceria com Ferrari, mas já admite mudar fornecedor de motores em 2016

Em meio a rumores de uma parceria com a Honda para 2016, Graeme Lowdon, diretor-esportivo da Manor Marrusia, elogiou o trabalho com a Ferrari, mas reconheceu que é possível que o time troque de fornecedor para o próximo ano

Em meio a rumores de parceria com a Honda, a Manor Marussia admitiu que pode trocar de fornecedor de motores na temporada 2015. Atualmente, o time de Roberto Merhi e Will Stevens utiliza os propulsores da Ferrari, mas o acordo só é válido até o fim deste ano.
 
De volta à F1 após uma longa ausência, a Honda entende a evolução de seu motor seria mais rápida se a frente de trabalho fosse ampliada para dois times. Hoje, apenas a McLaren usa o V6 turbo nipônico.
Diretor-esportivo da Manor Marussia, Graeme Lowdon admitiu possibilidade de trocar fornecedor de motores (Foto: Getty Images)
Recentemente, Graeme Lowdon, diretor-esportivo da Manor Marussia, admitiu que o time pode abandonar os planos de introduzir um carro novo ainda na temporada 2015. Inicialmente, a equipe inglesa havia se programado para estrear o modelo deste ano no GP da Bélgica, logo depois da pausa de quatro semanas no calendário, já que passou os primeiros meses do campeonato apenas concentrada em atualizar o carro do ano passado e cumprir as novas regras.
 
 Falando ao site norte-americano ‘Motorsport.com’, Lowdon afirmou que ainda não definiu quem será o fornecedor de motores da Manor Marussia em 2016.
 
“Está em aberto”, contou Lowdon. “No momento, nós temos um relacionamento realmente bom com a Ferrari e eles são extremamente úteis, mas temos flexibilidade sobre onde ir a partir daqui”, continuou.
 
Além de Honda e Ferrari, os outros fornecedores possíveis na F1 são Mercedes e Renault, mas a mudança para os propulsores germânicos é mais improvável, uma vez que a marca já atende quatro times.
 
Depois de ter a presença no grid da F1 em dúvida, a Manor Marussia conseguiu progredir, incluindo reforçando sua estrutura com a contratação de Bob Bell, ex-diretor-técnico da Mercedes.
 
“Nós temos um plano e uma estratégia para o time, e, como um negócio, isso faz sentido comercial e financeiro — além de sentido esportivo também”, comentou Lowdon. “Nós acreditamos que exista um tamanho e uma forma certa para o nosso tipo de negócio e é em direção disso que estamos reconstruindo”, explicou.
 
“Esperamos que possamos alcançar outros marcos enquanto chegamos ao tamanho que queremos ser”, concluiu.

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