Dupla da Haas vê ex-engenheiro da Bridgestone como chave para bom aproveitamento dos pneus

Kevin Magnussen e Romain Grosjean exaltaram a importância de Hiroshi Tomitsuka para a Haas. Dupla considerou que o ex-engenheiro da Bridgestone é uma peça chave para o bom trabalho com os pneus

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Kevin Magnussen e Romain Grosjean exaltaram a importância de Hiroshi Tomitsuka na performance do time. A dupla da Haas considerou que o ex-engenheiro da Bridgestone é uma peça chave para ajudá-los a entender a performance dos compostos Pirelli.
 
A Haas hoje tem a quinta colocação no Mundial de Construtores, 19 pontos atrás da Renault, que vem logo à frente.
 
Na visão de Magnussen, a Haas precisava de um especialista em pneus para poder lidar com as constantes mudanças a cada etapa da F1.
Kevin Magnussen destacou a importância de entender bem os Pirelli (Foto: Haas)
“A razão de gostarmos de ter alguém como ele é que o Pirelli é um pneu muito complicado”, disse Magnussen. “É um pneu difícil de gerir, não só do ponto de vista da pilotagem, mas também de ajustar o carro à temperatura e controlar a corrida, em termos de estratégia, mudar os pneus com seu estilo de pilotagem nas voltas de saída”, seguiu.
 
“Você precisa de alguém com experiência com pneus para tentar entender os pneus Pirelli, porque não é fácil entender. É realmente uma grande adição ao time ter Tommy-san aqui”, considerou. 
 
Na visão de Magnussen, é uma grande vantagem ter no time alguém que é capaz de entender bem o comportamento dos pneus.
 
“É, certamente, uma grande vantagem ter alguém que o ajude a entender. Com a experiência dele com outras fábricas de pneus, é fácil tentar entender, você chega lá mais rápido”, comentou. “A cada fim de semana é uma superfície nova, temperaturas diferentes, diferentes compostos de pneus, acerto diferente do carro, então ter alguém lá com uma vasta experiência que tem olho para os pneus, é uma grande ajuda”, frisou.
 
Assim como Magnussen, Romain Grosjean também exaltou o papel de Tomitsuka no time.
 
“É uma loucura o que Tommy-san pode ver só com os olhos, só olhando para os pneus”, comentou Grosjean. “Para nós, se os pneus estão muito frios ou muito quentes na pista, é a mesma coisa. Basicamente, você não tem aderência e é muito difícil dizer aos engenheiros se está muito frio ou muito quente e a aderência não está lá”, explicou.
 
“Então Tommy-san pode olhar para os pneus… [e nos dizer] o que temos de fazer na saída para a classificação, qual a temperatura alvo que devemos buscar. Tudo isso junto faz com que, até aqui, estejamos usando melhor os pneus”, falou Romain. “Obviamente, nós ainda estamos aprendendo sobre a Pirelli, mas tem sido uma grande ajuda para a equipe”, concluiu.
 
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