Ecclestone abraça mais polêmicas, volta a questionar mulheres na F1 e elogiar Putin e endossa Trump para presidente dos EUA

Vladimir Putin como “comandante da Europa”, Donald Trump como político “fantástico”. Bernie Ecclestone não quis saber de ficar em cima do muro quando questionado sobre seus posicionamentos. Sobrou até para as mulheres, sobre as quais Bernie voltou a levantar dúvidas sobre reais capacidades no automobilismo

Bernie Ecclestone não costuma perder a oportunidade de causar polêmica. Dessa vez, o dirigente não focou apenas na F1, também chamando atenção por posicionamentos político-sociais. Em uma coletiva nesta terça-feira (19), Ecclestone elogiou Vladimir Putin e Donald Trump, dois dos políticos mais controversos da atualidade.
 
Ecclestone, da mesma forma que já havia feito anteriormente, apontou Putin, presidente da Rússia, como exemplo para as políticas europeias. De acordo com Bernie, o continente – que “parou completamente” – precisa de alguém que “faz o que precisa”.
 
“Eles deveria estar comandando a Europa. Ele faz o que diz que vai fazer, ele faz o que precisa. As pessoas não entendem exatamente o que ele quer fazer. Ele quer colocar a Rússia no lugar que ocupava antes”, afirmou Bernie.
Presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o chefão da F1, Bernie Ecclestone (Foto: AP)
Ainda falando sobre a Europa, o chefão da F1 se mostrou favorável à saída do Reino Unido da União Europeia, além de questionar a entrada de imigrantes no continente.
 
Na sequência, Bernie aproveitou para elogiar Trump, favorito à candidatura republicana na corrida presidencial dos Estados Unidos. O dirigente elogiou a flexibilidade do excêntrico milionário.
 
“Ele seria fantástico. Tenho certeza de que ele é mais flexível do que a maioria. Se ele cometer um erro, ele provavelmente vai dizer ‘na época foi uma boa ideia’”, seguiu.
 
Quando abordou a F1, Bernie externou novamente suas dúvidas sobre a real capacidade das mulheres na maior categoria do automobilismo. Ecclestone acredita também que a categoria levaria homens com maior seriedade.
 
“Não sei se mulheres seriam fisicamente capazes de pilotar um F1 rapidamente. E elas não seriam levadas a sério”, opinou.
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