Ecclestone diz que Brawn quer desbancar outros membros do Liberty e ser chefão da F1: “Não voltou para servir americanos”

Bernie Ecclestone não parece guardar muita afinidade por Ross Brawn. De acordo com o ex-chefão da F1, o atual diretor-esportivo não vai ficar contente apenas em ser parte de um trio de chefes: no futuro, irá atrás de ser a figura maior da categoria

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Fora da F1 mas nunca do radar, Bernie Ecclestone acredita que o atual diretor-esportivo designado pelo Liberty Media, Ross Brawn, deseja ser a figura principal do Mundial. O antigo chefão da F1 afirmou ter se deparado com rumores de que Brawn quis a saída dele antes de assumir o controle esportivo da categoria. Mas Bernie crê que a ambição de Brawn irá ainda mais longe.

 
Na cabeça do ex-Supremo, Brawn não vai parar na direção-esportiva e em liderar a F1 numa tríade com o diretor-comercial Sean Bratches e o presidente Chase Carey.   
 
"Ouvi rumores de que Ross [Brawn] queria que eu saísse. Se for isso mesmo, então ele está feliz com onde está agora, mas vai ficar igualmente feliz um dia quando se livrar de Chase Carey", afirmou ao jornal alemão 'Die Welt'.
 
Questionado sobre quem entre os três homens mais poderosos do esporte venceria uma disputa de poder clássica da F1, não titubeou. "Ross", assegurou. "Chase [Carey] não quer viver na Inglaterra, o mesmo também vale para Sean [Bratches]. São americanos com uma atitude diferente com a vida", apontou.
Bernie Ecclestone e Ross Brawn (Foto: Getty Images)
A ideia de Ecclestone é clara: Brawn não retornou ao 'jogo' da F1 para ser algo menos que aquele que dá as cartas.
 
"Ross quer viver na Inglaterra, no Vale do Silício da F1. Mas se, como eu acredito, quiserem mudar a FOM para os Estados Unidos, Ross ainda vai controlar a F1 na Inglaterra como a figura principal. Ross não abandonou a aposentadoria para ser servo de dois americanos", garantiu.
 
A publicação germânica ainda perguntou se Ecclestone acredita no sucesso de Brawn como um eventual novo Supremo da F1. A resposta, óbvio, foi com desdém. "Vamos ver, [como ele se sairia] em vez de se apegar às coisas que fez no passado", encerrou.
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