Ex-engenheiro da Williams elogia visual dos futuros carros da F1 com novas regras, mas prevê menos ultrapassagens

Pat Symonds, que acompanhou de perto o desenvolvimento do novo FW40 antes de deixar a Williams e anunciar sua aposentadoria, tem a certeza de que os novos carros da F1 serão bem mais bonitos, deixando para trás qualquer vestígio dos horrendos bicos que marcaram temporadas recentes. Contudo, o engenheiro britânico acredita que o maior downforce vai prejudicar as manobras de ultrapassagem

 

O fã da F1 teve uma primeira impressão de como vão ser os novos carros, já com base no novo regulamento técnico, com os testes realizados por Mercedes, Red Bull e Ferrari com os novos pneus, ainda usando modelos híbridos, com asas adaptados à nova regra. Recentemente, na esteira da falência da Manor, funcionários da equipe divulgaram um projeto usado pela equipe britânica no túnel de vento e que seria a base de um carro que não chegou a ser lançado. O modelo, dotado de visual agressivo e inclusive uma ‘barbatana de tubarão’ deve ser a tônica em 2017. 

 
Pat Symonds, ex-diretor-técnico da Williams, recentemente deixou o seu cargo na escuderia britânica, mas acompanhou de perto o desenvolvimento do novo FW40. E garante que o novo carro será bem agradável de se ver. O engenheiro deixa claro que os horrendos bicos que marcaram o começo da década ficaram no passado.
 
“Acho que os carros parecem ótimos. Disse anteriormente que estava muito preocupado porque os carros pareciam muito retrôs, mas não são, não. Eles são bem bonitos”, disse Symonds em entrevista ao site norte-americano ‘Motorsport.com’. 

window._ttf = window._ttf || [];
_ttf.push({
pid : 53280
,lang : “pt”
,slot : ‘.mhv-noticia .mhv-texto > div’
,format : “inread”
,minSlot : 1
,components : { mute: {delay :3}, skip: {delay :3} }
});

(function (d) {
var js, s = d.getElementsByTagName(‘script’)[0];
js = d.createElement(‘script’);
js.async = true;
js.src = ‘//cdn.teads.tv/media/format.js’;
s.parentNode.insertBefore(js, s);
})(window.document);

Modelo da Manor para o túnel de vento deu uma prévia do que vão ser os novos carros da F1 (Foto: Reprodução/Twitter)
“Tal como acontece nesses casos, poderíamos ter arrumado algumas áreas e feito coisas melhores para evoluir a estética dos carros. Mas não é como as coisas horríveis que nós tivemos em 2012”, assegurou o britânico.
 
Contudo, Symonds tem dúvidas sobre a eficácia do regulamento técnico revisado quanto a um fator determinante para o espetáculo: as ultrapassagens. As manobras foram facilitadas nos últimos anos em razão da adoção do DRS (sistema de redução de arrasto, a asa móvel), mas o engenheiro acredita que a maior carga aerodinâmica dos novos carros pode dificultar a realização das ultrapassagens.
 
“O objetivo era fazê-los 5s mais rápidos. Não houve nenhuma conversa para fazer algo a respeito das ultrapassagens”, pontuou Symonds, sem deixar de cutucar o trabalho do Grupo de Estratégia da F1, formado pelas principais equipes do grid, além da FIA e da FOM, responsáveis por ajudar a formular as regras do esporte. “Espero que tenhamos uma estratégia na F1. Tivemos um Grupo Estratégico, mas não entenderam realmente o sentido da palavra. Espero que as coisas mudem e que saibamos onde vamos estar nos próximos anos.”
 
“Sempre trabalhei com planos de três anos. Revisei esses planos e não esperava o fim deles. Logo os revisava a cada seis meses para ampliarmos para outros seis meses e assim ver o que era válido ou não. Acho que a F1 precisa de algo parecido. Cinco anos ao invés de três anos por conta da complexidade disso”, salientou.
 
Por fim, o ex-diretor da Williams acredita que, com a adoção do novo regulamento técnico, a F1 pode viver uma nova ordem de forças, pela primeira vez em três anos sem a Mercedes no topo. “Em termos de competição, acho que a coisa está clara, mas acho que há uma boa chance de mudar a ordem de forças, e acho que isso é algo bom porque é um recomeço. Alguém pode entender porque a Mercedes foi tão reticente à mudança”, concluiu.
 
PADDOCK GP #64 RECEBE FELIPE GIAFFONE E DEBATE CRISE NA F-TRUCK

.embed-container { position: relative; padding-bottom: 56.25%; height: 0; overflow: hidden; max-width: 100%; } .embed-container iframe, .embed-container object, .embed-container embed { position: absolute; top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%; }

fechar

function crt(t){for(var e=document.getElementById(“crt_ftr”).children,n=0;n80?c:void 0}function rs(t){t++,450>t&&setTimeout(function(){var e=crt(“cto_ifr”);if(e){var n=e.width?e.width:e;n=n.toString().indexOf(“px”)<0?n+="px":n,cc.style.display="",s2.width=n,window.frameElement&&(s1.height=c2.offsetHeight+5+"px"),t=500,s1.width="100%"}rs(t)},200)}var c1=window.frameElement?window.frameElement:document.getElementById("crt_ftr"),c2=document.getElementById("crt_ftr"),s1=c1.style;s1.position="fixed",s1.bottom="-4px",s1.left="0px",window.frameElement&&(s1.height="0"),c2.style.textAlign="center",s1.zIndex="60000";var cc=document.getElementById("crt_cls"),s2=cc.parentNode.style;cc.onclick=function(){s1.display="none"};var t=0;rs(0);

var zoneid = (parent.window.top.innerWidth < 970) ? 302357 : 302359;
document.MAX_ct0 = '';
var m3_u = (location.protocol == 'https:' ? 'https://cas.criteo.com/delivery/ajs.php?' : 'http://cas.criteo.com/delivery/ajs.php?');
var m3_r = Math.floor(Math.random() * 99999999999);
document.write("”);

GOSTA DO CONTEÚDO DO GRANDE PRÊMIO?

Você que acompanha nosso trabalho sabe que temos uma equipe grande que produz conteúdo diário e pensa em inovações constantemente. Mesmo durante os tempos de pandemia, nossa preocupação era levar a você atrações novas. Foi assim que criamos uma série de programas em vídeo, ao vivo e inéditos, para se juntar a notícias em primeira-mão, reportagens especiais, seções exclusivas, análises e comentários de especialistas.

Nosso jornalismo sempre foi independente. E precisamos do seu apoio para seguirmos em frente e oferecer o que temos de melhor: nossa credibilidade e qualidade. Seja qual o valor, tenha certeza: é muito importante. Nós retribuímos com benefícios e experiências exclusivas.

Assim, faça parte do GP: você pode apoiar sendo assinante ou tornar-se membro da GPTV, nosso canal no YouTube