Ex-presidente da FIA, Mosley vê erro em saída de Ecclestone do comando e resume: “A F1 é o legado dele”

Ex-presidente da FIA (Federação Internacional de Motociclismo), Max Mosley vê como um erro a saída de Bernie Ecclestone do comando da F1. Ex-dirigente avaliou que a categoria máxima do automobilismo mundial é o legado do britânico de 86 anos

 

Ex-presidente da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), Max Mosley acredita que o Liberty Media errou ao dispensar Bernie Ecclestone. Após quase 40 anos no comando, o britânico de 86 anos sai de cena para dar lugar a Chase Carey.

 
Falando à ITV News durante um evento em Londres na noite de sexta-feira (3), Mosley foi questionado sobre a decisão do Liberty Media de afastar seu amigo e antigo aliado e avaliou que os novos donos da F1 podem ter um caminho difícil sem Ecclestone.
Max Mosley avaliou que Ecclestone deveria ter seguido na F1 mesmo com chegada do Liberty Media (Foto: Red Bull/Getty Images)

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“Acho que pode ser bem difícil”, disse Mosley. “Acho que ele era brilhante em lidar com os promotores e os organizadores e com toda a estrutura do campeonato”, opinou.
 
“Pode ser difícil para alguém novo chegar sem todo esse relacionamento pessoal”, considerou.
 
Na visão do ex-comandante da FIA, Ecclestone poderia seguir sendo útil para a F1, mesmo com a chegada de um novo proprietário.
 
“No lugar deles, eu o teria mantido fazendo as coisas em que ele é comprovadamente muito bom e concentraria meus esforços em fazer as coisas que não foram feitas até aqui, como TV interativa, realidade virtual, mídia social, a internet e todo o resto”, explicou. “Tudo isso foi ligeiramente negligenciado na F1 e este é o tipo de coisa que o Liberty provavelmente será muito bom”, seguiu.
 
Questionado sobre o legado de Ecclestone, Mosley foi claro: “De certa forma, a F1 é o legado dele”.
 
“As pessoas tendem a esquecer que, provavelmente, o potencial do Mundial de Rali é, e sempre foi, maior do que da F1”, afirmou. “Provavelmente, também as corridas de longa duração, como Le Mans. Mas Bernie veio para a F1, e era grande quando ele chegou, e ele a tornou muito maior”, ponderou.
 
“Quando eu era presidente da FIA, ficava pensando na razão de não termos outro Bernie para cuidar dos ralis, para fazer as corridas de longa distância e simplesmente não há um”, justificou. “Todos esses aspectos diferentes do esporte poderiam ser construídos em apenas um negócio tão grande quanto a F1”, concluiu.
PADDOCK GP #63 DEBATE CRISE NA F-TRUCK

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