Exausto, Ricciardo diz que temporada de 21 etapas afetou pilotos: “Foi sentido nas últimas duas corridas”

Daniel Ricciardo terminou a temporada 2016 da F1 precisando de descanso. O australiano afirmou que chegou às últimas provas do calendário mais longo da F1 em todos os tempos exausto, ainda que tenha adaptado a forma como trabalhou durante o ano para conseguir administrar a energia

 

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Pela primeira vez na história da F1, o calendário teve 21 corridas em 2016. Algumas mudanças de fuso-horário, continente, viagens longas e corridas em semanas seguidas. Foi um ano cansativo oara os pilotos. Daniel Ricciardo, por exemplo, confirmou que precisou mudar sua metodologia de trabalho e, mesmo assim, o final do ano evidenciou seu cansaço.

 
O australiano afirmou que especialmente nas duas últimas etapas do campeonato, no Brasil e Abu Dhabi, sentiu a pressão do longo ano. Mas que ter sabido do que aconteceria desde o começo da temporada fez com que programasse um trabalho diferente do que fez nos seus primeiros anos de F1.
 

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"Sabíamos entrando em 2016 que seria a mais longa temporada da história com 21 corridas, mas definitivamente isso foi sentido nas últimas duas corridas. Eu estava bem de energia até chegar ao Brasil, depois você percebe que tudo isso está te afetando. Ter mais corridas é legal e tudo mais, mas é uma questão de todas as outras coisas que acontecem em torno disso. Você começa a sair da Europa, pegar voos longos, semanas seguidas assim, tempo longe de casa… Vai ser importante o tempo de folga", disse.

 
"Você vai ficando mais esperto com a forma que lida com a parte final da temporada, e minha abordagem mudou com certeza ao longo dos anos. Eu treinava todos os dias quando cheguei à F1, treinava o mais duro que podia, mas com 21 corridas no calendário não há maneira de fazer isso", seguiu.
Sorrindo, claro. Daniel Ricciardo durante a festa de premiação da FIA em Viena (Foto: FIA)
Depois, Ricciardo abordou algumas formas diferentes de como tem tratado a temporada. Segundas-feiras pós-corrida, por exemplo, são dias de descanso completo e irrestrito.
 
"A pré-temporada é o momento do ano em que você se ajusta para o que vem, e eu trabalhei duro nessa época. Depois disso, passei a ter um grupo de treinamento ou um campo de treinamento em agosto. A partir disso você vai controlando, tomando conta de você mesmo para não passar do ponto. Agora, segunda-feira depois de corridas, eu faço nada. Recarregar as energias é mais importante que empurrar outro treino. Esse ano tivemos Canadá e Baku direto, é uma viagem bem complicada, com mudança de fuso-horário, provavelmente a pior do ano", falou.
 
"Ter mais corridas é divertido, mas a forma como você lida com isso faz com que você mude um pouco a forma como pensa", encerrou.

O calendário de 2017 tem 20 provas.

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