F1 planeja revolucionar interação com fãs com mais informações das equipes e até Wi-Fi liberado nas pistas

Ross Brawn afirmou que a nova gestão da F1 busca novas formas de elevar ainda mais o engajamento com os fãs por meio das redes sociais e do seu aplicativo. Uma das novidades pretendidas diz respeito à disponibilidade maior de informações por parte das equipes, até mesmo de telemetria, hoje restritas e até sigilosas. Outra ideia é a disponibilização de sinal de internet nos autódromos ao redor do mundo

 

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Pouco a pouco, o Liberty Media vai mostrando ao que veio. Um dos objetivos claros da nova gestão da F1 é tornar o esporte mais acessível e atraente para os fãs nas mais variadas plataformas possíveis, tendo como um dos seus nortes o Super Bowl, por exemplo. Ross Brawn, novo diretor esportivo da F1, revelou a ideia de disponibilizar o máximo possível de informações hoje restritas às equipes e pilotos, como a telemetria dos carros, para fazer com que o fã possa mergulhar de vez no universo da F1 e entender melhor, por exemplo, a dinâmica das corridas e como cada equipe decide o pit-stop de um piloto.

 
Para cumprir com tal objetivo, o Liberty Media trabalha em conjunto com sua parceira de tecnologia, a Tata Communications, da melhor forma para fazer com que os dados sejam disponíveis para acesso nos aplicativos usados pela F1, sobretudo nos dispositivos móveis. Além disso, outro ponto para tornar tudo ainda mais atraente ao fã, principalmente àquele que acompanha as corridas ‘in loco’, é a chance de disponibilizar acesso à internet nas pistas do Mundial. Tudo para tornar a experiência do fã com o esporte ainda mais intensa e envolvente. Contudo, o dirigente alerta para o fato de que as equipes precisam colocar fim à cultura do sigilo, sobretudo quanto às informações dos carros.
 
Em entrevista ao site norte-americano ‘Motorsport.com’, Brawn entende que, depois de ter acompanhado a F1 nos últimos anos do lado de fora, da perspectiva de um fã da categoria, o esporte precisa entregar mais recursos para que o espectador possa ter um entendimento maior do que está se passando durante as corridas.
 
“Há uma grande camada de informação na F1 que devemos disponibilizar para os fãs para que os fãs possam assisti-la em qualquer nível de engajamento desejado. Estive por três anos como um entusiasta na TV e senti falta de me manter por dentro sobre como a corrida se desenrolava”, explicou o britânico.

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A interação da F1 com os fãs é tratada como prioridade pelo Liberty Media, novo dono do esporte (Foto: Red Bull Content Pool)
“Estava acostumado a um ambiente no pit-wall, onde eu tinha todas as informações, e eu tinha a análise dos meus especialistas. Então eu tinha uma imagem da corrida como um todo. Imagine que você tem toda a informação disponível que os estrategistas têm no pit-wall para decidir quando eles precisam fazer um pit-stop. Você simula tudo isso, você decide quando você quer um pit-stop e trabalha sobre isso”, disse Brawn.
 
“Podemos disponibilizar um programa necessário para que as pessoas possam usá-lo para fazer suas previsões. Você tem o perfil do pneu, a duração do pit-stop, a posição dos carros e tem as diferenças. Desta forma, você mesmo estaria trabalhando em um pit-stop, o que seria fascinante para mim”, acrescentou.
 
Brawn entende que a maior gama de informações vai fazer com que o alcance da F1 como um todo seja ainda maior e mais representativo. “Com os fãs se engajando mais, você poderia imaginar a coleção de opiniões e debates sobre o assunto. E esse é só um exemplo de um aspecto da corrida, porque há tanta informação lá fora, e tudo está disponível. As equipes fazem uma análise maciça de como o carro está se comportando, quanto de saída de frente ele tem, quanto de saída de traseira ele tem, o quanto de desgaste de freio. Se rompermos essa barreira para disponibilizar toda essa informação, acho que os fãs gostariam de ver tudo isso, tanto ao vivo como em retrospectiva.”
Liberty Media quer liberar internet nos autódromos ao redor do mundo (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
O britânico argumenta com o fato de que as equipes precisam entender que a F1 hoje vive diante de um horizonte diferente e que é preciso abrir mão de certos princípios para tornar o esporte em si mais acessível. Assim foi, por exemplo, com a liberação de conversas nos rádios dos times, hoje um dos pontos fortes das transmissões da F1.
 
“É pensar com um horizonte maior. Vamos deixar de ser tão competitivos em certos aspectos. Sabemos que precisamos bater uns aos outros, mas podemos romper essa barreira e, ao invés disso, dizer o que nós queremos, que é um negócio muito maior. E se todos fizermos isso, ninguém vai ser prejudicado ou favorecido. Eu me lembro que era a mesma coisa com o rádio da equipe. As equipes não queriam que as conversas de rádio fossem transmitidas, mas agora é um aspecto muito interessante da corrida e ninguém mais pensa nisso”, salientou o dirigente, que deixou claro que a decisão não vai depender das equipes.
 

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“Não quero sair e pedir um pouco disso e um pouco daquilo. Nós precisamos muito ter a nossa ideia em frente e estamos nesse processo. Vai demorar um pouco e então vamos poder romper essa barreira do sigilo”, acrescentou.

 
A expectativa é que o Liberty Media possa implementar essa maior gama de informações a partir do ano que vem, mas alguns pontos já estão em estudo para ao menos serem testados em 2017. “Talvez alguns testes nesta temporada, mas acho que no ano que vem é algo mais realista para elementos substanciais, mas algumas coisas vão chegar nesta temporada”, disse.
 
Por fim, Brawn afirmou que trata com a Tata Communications a melhor maneira de liberar o acesso à internet dentro dos autódromos ao redor do mundo. O diretor esportivo da F1 garantiu que é tudo mera questão de tempo e planejamento. “Isso está chegando, definitivamente vai vir. Estamos trabalhando nisso. Sobre o que eu falei, acompanhar uma corrida e entender a estratégia e os pit-stops, se você pudesse fazer isso em uma arquibancada, em seu dispositivo móvel. Imagina como isso seria ótimo”, concluiu o dirigente.
 
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