Alonso diz que vitória de Ocon na Hungria “não se repetirá nos próximos 100 anos”

De saída para a Aston Martin, Fernando Alonso disparou sobre estratégias da Alpine em 2022 e disse que vitória de Esteban Ocon no GP da Hungria de 2021 foi apenas fruto das circunstâncias

Fernando Alonso viveu duas temporadas de altos e baixos junto à Alpine, um projeto no qual ele embarcou em seu retorno à Fórmula 1, em 2021, mas que durou apenas até o fim desta temporada — a partir do ano que vem, o espanhol será companheiro de Lance Stroll na Aston Martin. No entanto, o asturiano segue tecendo comentários sobre sua ex-equipe.

Desta vez, o bicampeão mundial falou sobre a vitória de Esteban Ocon no GP da Hungria de 2021, um feito totalmente inesperado graças a uma corrida muito movimentada, na qual Valtteri Bottas gerou o caos na largada e atingiu diversos carros ao perder o ponto de frenagem.

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Além disso, um erro da Mercedes deixou Lewis Hamilton na última posição, precisando superar cada um de seus rivais até encostar em Alonso — que segurou o britânico por dez voltas, tempo suficiente para garantir a vitória de seu companheiro de equipe, que liderava.

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Ocon venceu sua única corrida na F1 no GP da Hungria, e Alonso não acredita em uma repetição (Foto: Florion Goga/AFP)

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Alonso relembrou o momento e disse que o feito do francês no ano passado foi fruto de uma casualidade. “Não temos uma vitória [em 2022] porque o que aconteceu na Hungria, no ano passado, não vai acontecer de novo pelos próximos 100 anos”, disparou ao portal GPFans.

O espanhol ainda aproveitou para criticar o time francês pelos erros cometidos em duas etapas de 2022: Austrália e Canadá. Em Melbourne, Alonso sofreu uma quebra mecânica quando tentava marcar uma volta rápida na classificação e viu seu final de semana ruir, enquanto em Montreal, a estratégia da Alpine custou a chance de um pódio após o asturiano garantir a segunda colocação no grid de largada.

“E sobre o pódio, talvez tivéssemos chances em Canadá e Austrália”, disse o bicampeão. “Mas nós perdemos por causa de nós mesmos. Mas quando você não está lutando pelo campeonato, ser quarto ou quinto não muda muita coisa”, encerrou.

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