FIA simula acidente de Alonso na Austrália para avaliar Halo e visa introduzir “alguma forma de proteção” ao cockpit em 2018

A FIA usou o assustador acidente de Fernando Alonso na Austrália como parte dos estudos para a introdução do Halo. A entidade planeja introduzir um dispositivo que amplie a segurança do cockpit dos carros de F1 a partir de 2018

 

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A FIA (Federação Internacional de Automobilismo) fez uma simulação do dramático acidente sofrido por Fernando Alonso no GP da Austrália do ano passado, mas com o Halo instalado. O estudo fez parte das análises sobre o recurso que tem como objetivo ampliar a proteção do cockpit dos carros de F1.

 
Os testes com o Halo – uma espécie de arco que cobre o habitáculo do monoposto – foram concluídos no segundo semestre de 2016, depois que todos os pilotos do grid andaram com o dispositivo instalado nos carros durante os treinos livres de sexta-feira. A entidade que rege o esporte também coletou dados extras e ouviu os comentários dos competidores. 
 
A FIA ainda garantiu que alguma forma de proteção do cockpit será introduzida a partir de 2018, sendo que o Halo segue como opção favorita na comparação com o Aeroscreen desenvolvido pela Red Bull. A entidade teve de voltar atrás na tentativa de tornar regra o uso do recurso neste ano.
 
Na corrida em Melbourne, palco da abertura do campeonato, Alonso tocou a traseira do carro de Esteban Gutiérrez quando ambos se aproximavam da freada da curva 3. O impacto levantou a McLaren do espanhol e a jogou contra o guard-rail. O piloto ainda capotou várias vezes antes de parar no fundo da área de escape, de cabeça para baixo. Apesar da cena assustadora, o bicampeão saiu por conta própria do carro. Mas a pancada foi forte. A investigação conduzida pela FIA revelou que o impacto do espanhol com o muro na curva 3 foi de 46 vezes a força da gravidade e a uma velocidade 305 km/h.
Fernando Alonso ficou completamente grogue após o forte acidente na Austrália (Foto: Getty Images)

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Falando à revista inglesa 'Autosport', Laurent Mekies, diretor de corrida e segurança do órgão máximo do automobilismo mundial, revelou que o acidente de Alonso foi analisado como parte do programa de pesquisa da entidade-mor, especialmente no que diz respeito à retirada do piloto de dentro do cockpit em circunstâncias semelhantes.

 
"Nós analisamos especificamente esse acidente quando fizemos os estudos do Halo", disse Mekies. "Nós vimos como o carro chegou ao chão, mas a pergunta principal era sobre o que aconteceria se o piloto precisasse sair. A resposta veio em duas partes: a primeira é que, no procedimento padrão, os fiscais viram o carro de volta. Aceitamos que, se o cara se sentir bem, ele nunca vai esperar por isso, ele sempre vai tentar sair antes."
 
"Não é uma ótima ideia se você considerar todo o sistema elétrico do carro, então prefiro que ele espere, mas entendemos que é dessa maneira. Nós colocamos um de nossos chassis de cabeça para baixo com um Halo e pusemos Andy Mellor [consultor do Instituto de Segurança do Esporte a Motor] no pior cenário possível e pedimos a ele para sair do carro exatamente na posição que estava Fernando, e ele incrivelmente conseguiu", explicou o dirigente.
 
"Então, nós sentimos que, neste caso, o Halo criou realmente um espaço de respiração para o competidor. Quando mostramos isso aos pilotos, eles não ficaram impressionados com a velocidade com que Andy deixou o carro, mas eles realmente pediram para tentar antes que o Halo seja introduzido, por isso talvez eles acabem recebendo um treinamento", revelou.
Felipe Massa testa Halo durante o TL1 do GP do México (Foto: Williams)
Enquanto o projeto do Halo está praticamente em fase de conclusão, Mekies afirmou que cabe aos chefes da F1 encontrar uma alternativa se o Halo não for aprovado. "O projeto está quase concluído. Foi um dos nossos projetos de pesquisa mais intensos. No que diz respeito ao trabalho da engenharia, está completo", afirmou.
 
"Agora, haverá mais discussões filosóficas entre os todos os envolvidos no esporte, como os pilotos, a FIA e as equipes, que precisam entender o que é certo para a F1. Mas tudo está se encaminhando para um desenvolvimento em 2018", finalizou.
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