Force India mantém crescimento, encosta na Williams e se destaca no grupo de coadjuvantes da temporada 2016

A F1 entra de férias com alguns times ainda distantes do protagonismo. Nesse grupo de coadjuvantes, a Force India se destaca por reduzir a vantagem da Williams e a Haas chama a atenção por estrear na categoria já abocanhando bons pontos

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A primeira metade da temporada 2016 da F1 viu a Mercedes, mais uma vez, tomar o protagonismo e polarizar a disputa pelo título entre seus dois pilotos. Red Bull e Ferrari também mereceram atenção especial pela intensa luta pelo segundo lugar no Mundial de Construtores, enquanto a Williams e a Sauber foram grandes decepções – em partes bem diferentes da tabela, é verdade. 

 
Afora a McLaren que chama a atenção por ser uma gigante em lenta reconstrução, as demais equipes do grid da F1 são meras coadjuvantes. Nesse grupo estão: a Force India, que se destaca por ainda pensar no quarto lugar da Williams; a Toro Rosso, que tenta conter os avanços da McLaren; a novata Haas, que teve momentos de brilho com Romain Grosjean; a Renault, que ainda não se achou na volta à F1 e a Manor, que cresceu menos que o esperado com os motores Mercedes.
Sergio Pérez vem brilhando com a Force India até aqui (Foto: Getty Images)
Nova quarta força?
 
Após um início de campeonato bem abaixo das expectativas criadas pela pré-temporada, a Force India se encontrou e segue crescendo. Com uma das melhores duplas de pilotos da categoria, os indianos seguem com desempenhos muito bons em pistas de alta, mas sofrem muito menos que a Williams em pistas de baixa, algo fundamental nessa briga pela quarta força da F1.
 
Sergio Pérez é um dos ótimos nomes da temporada até aqui. Pouco eficiente nas classificações, o mexicano vem largando bem e acertando em cheio na estratégia dos pneus, garantindo uma vantagem de 15 pontos em cima do companheiro Nico Hülkenberg. O alemão, quase sempre no Q3, vem sofrendo mais com os pneus e, quando teve a chance de ouro ao largar em segundo na Áustria, a desperdiçou com uma péssima saída do grid.
 
O desempenho da dupla, em geral, é próximo. Checo e Hülk ficaram fora dos pontos em cinco provas cada. Porém, enquanto o alemão sofre com o fato de jamais ter ido ao pódio, o mexicano sabe como ninguém aproveitar as oportunidades e já garantiu troféus em Mônaco e em Baku.
 
Hoje, Pérez vem tão bem que chama a atenção de times maiores e é considerado a peça-chave na dança das cadeiras dos pilotos para 2017. Ainda assim, parece ser precipitado dizer que o mexicano manterá o domínio sobre o colega de Force India. Inicialmente bem criticado, Hülkenberg cresceu de desempenho durante a 'maratona' de provas de julho e anotou 13 pontos contra nove de Pérez, assumindo uma obrigatória décima colocação no Mundial de Pilotos. O mexicano é sétimo.
 
No Mundial de Construtores, a Force India vem atropelando a Williams desde o pódio de Valtteri Bottas no Canadá. De lá para cá são 15 pontos dos britânicos contra 39 dos indianos, ou seja, quase o triplo. No total, a Williams tem 96 tentos e a Force India soma 81.
Carlos Sainz Jr vai dando uma surra em Daniil Kvyat (Foto: Getty Images)
Filme de sempre
 
Um bom chassi, um motor pouco potente, talento no cockpit e variando entre o oitavo e o 12º lugar. Entra ano, sai ano e a Toro Rosso segue estagnada repetindo sempre o mesmo filme. Em 2016, o time de Faenza tem em Carlos Sainz Jr. um piloto cheio de potencial e bastante regularidade, enquanto vê Daniil Kvyat abandonar uma série de corridas e ser constantemente superado pelo companheiro.
 
Apesar dos bons resultados de Sainz e de um chassi que realmente parece ser bom, a maior participação da Toro Rosso e 2016 foi ao ter de ceder Max Verstappen para a Red Bull e receber Kvyat após a trágica largada do russo em sua prova de casa. Sem o holandês e com o russo, ver os dois carros dos de Faenza juntos entre os dez primeiros tornou-se algo bem raro.
 
Vale destacar separadamente o desempenho de Sainz até aqui. Somando Verstappen e Kvyat, o espanhol só perdeu para o companheiro em duas provas, o que mostra como o filho do lendário piloto de rali está sabendo tirar o potencial máximo do carro. Azar de Sainz que Verstappen e Daniel Ricciardo sejam tão bons, mas o espanhol já certamente é um nome a ser cogitado em equipes grandes nos próximos anos.
 
A segunda metade de 2016 será crucial para a Toro Rosso. O time de Faenza não consegue chegar perto de Williams e Force India, mas vê a McLaren cada vez mais próxima na briga pelo sexto lugar do Mundial de Construtores. Na maratona de julho, Sainz e Kvyat somaram 13 pontos – 12 do espanhol -, enquanto os de Woking anotaram 18, agora reduzindo a vantagem para três tentos.
 
Se realmente quiser vencer a McLaren e garantir alguns bons trocados a mais para 2017, a Toro Rosso vai precisar que Kvyat "reaprenda" a guiar. Apático e totalmente fora de foco, o russo vem agindo como a âncora do time e, se não melhorar logo, tem tudo para ser trocado por Pierre Gasly ainda neste ano.
Romaisn Grosjean é o cara na Haasa (Foto: Getty Images)
Time de um homem só
 
A Haas causou grande impacto ao pontuar nas suas duas primeiras corridas na F1, mas, passada a primeira metade de temporada, já é possível dizer que quem brilhou foi Romain Grosjean. Nome contratado pelo time por ter experiência na categoria, o franco-suíço segue provando ter grande talento e, com um carro apenas mediano e em uma equipe novata, já marcou 28 pontos e ocupa o 12º lugar geral.
 
Ainda que muito do sucesso deva ser creditado a Grosjean, é sempre bom lembrar que o time não tinha qualquer experiência na F1 e que, por isso, estar à frente de times como a Renault é algo que deve ser exaltado. Gene Haas falou em chegar à F1 para fazer bonito e cumpriu.
 
É evidente que os norte-americanos devem evoluir já no próximo ano, mas seria muito mais fácil que isso acontecesse com dois bons pilotos. Por enquanto, porém, cabe a Grosjean seguir tirando coelhos da cartola para manter a Haas de forma confortável no oitavo lugar do Mundial de Construtores. Afinal, pelas últimas provas, imaginar os americanos fechando o ano na frente de Toro Rosso ou McLaren é um pouco complicado.
 
Enquanto isso, Esteban Gutiérrez segue sendo o retrato perfeito do piloto pagante na F1. Lento e com pouquíssimos recursos técnicos, o mexicano quase sempre é batido por Grosjean nas classificações e, para piorar, ainda não marcou nenhum ponto no campeonato. Pior: em três temporadas, Gutiérrez só foi aos pontos em uma corrida. 
 
O incômodo da Haas com Gutiérrez já é evidente e fica provado pelas declarações dos dirigentes, que garantem que o mexicano terá de mostrar trabalho para manter a vaga em 2017. Pois é aí que está outro ponto interessante a ser observado no time nos próximos meses: o quão estreita é a parceria com a Ferrari. Caso Gutiérrez renove, ficará evidente que tem dedo dos italianos nisso, já que o mexicano era reserva dos de Maranello antes de assumir um dos cockpits da Haas.
Jolyon Palmer indicando que seu primeiro ano na F1 tem tudo para ser o último (Foto: Getty Images)
Retorno nada triunfal
 
A Renault começou a temporada de retorno à F1 em marcha lentíssima. Com um carro limitado, um motor pouco potente e uma das piores duplas de pilotos do grid, a equipe francesa não consegue repetir os resultados da antecessora Lotus e hoje só pensa em manter o nono lugar no Mundial de Construtores e em evoluir para 2017.
 
O desconforto e a infelicidade com o carro e com pilotos já ficaram claros nos discursos de dirigentes da equipe. Cyril Abiteboul, por exemplo, declarou recentemente que a Renault precisa de um piloto que tome a liderança, comande o processo de reação. Nesse contexto, fica duro imaginar que Kevin Magnussen e Jolyon Palmer se enquadrem nisso.
 
Além da postura fora das pistas que Abiteboul se queixou, os resultados dentro delas também são modestíssimos. Até aqui, em doze corridas, apenas uma vez a Renault teve um carro no top-10. Foi o sétimo lugar de Magnussen na Rússia que, até agora, garante o time dos carros amarelos à frente de Sauber e Manor.
 
A segunda metade da Renault não deve ser muito diferente do que vimos até aqui. Com foco no futuro, os amarelinhos devem seguir bem no fundo do pelotão e, possivelmente, Palmer vai fechar seu primeiro – último? – ano na F1 sem nenhum pontinho. E Magnussen? Magnussen provou que a McLaren acertou ao trocá-lo e, ao menos que bote muito tempo em cima do britânico, é outro que deve rodar no grid de 2017.
Ainda falta um pouco para a Manor do talentoso Pascal Wehrlein (Foto: Beto Issa)
Pequena evolução
 
Quem só olha para a classificação e vê a Manor com apenas um ponto, não consegue imaginar que o time tenha melhorado tanto em termos de performance. Até 2015 a única nanica do grid, a equipe evoluiu um bocado com os motores Mercedes e hoje ao menos consegue ser competitiva, tendo sua recompensa no décimo lugar de Pascal Wehrlein na Áustria e o primeiro pontinho desde o nono lugar de Jules Bianchi em Mônaco 2014.
 
No entanto, por incrível que pareça, dá para dizer que a Manor também decepcionou alguns. Justamente por causa dos motores e por uma evolução muito prometida nos chassis, esperava-se que a equipe fosse pontuar com mais frequência, pudesse largar em posições melhores, andar em ritmo mais veloz. Ainda que frequentemente seja superior à Sauber, ainda é pequeno o impacto da Manor em cima dos times maiores.
 
Na sua dupla de pilotos, a Manor tem um dos nomes mais promissores do grid e um piloto pagante. Pascal Wehrlein, grande aposta da Mercedes, vem fazendo o que dele é esperado: batendo sem dó no companheiro, classificando na frente e aproveitando as oportunidades. Rio Haryanto, enquanto isso, segue atrás da petrolífera de seu país para ver se continua empregado até o fim do ano.
 
Para a segunda metade da temporada, é muito complicado imaginar que a Manor multiplique por sete sua pontuação da primeira parte. Sendo assim, a meta é obviamente segurar a Sauber e garantir o décimo lugar no Mundial de Construtores, batendo os suíços da mesma forma que fez em 2014.
 
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