Force India vê Pérez como referência para Ocon evoluir em ritmo de corrida: “Sortudo por ter um companheiro tão bom”

Bob Fernley destacou a evolução de Esteban Ocon ao longo da temporada. O jovem francês, que faz sua primeira temporada completa em 2017 pela Force India, só não somou pontos no GP de Mônaco, mas terminou todas as provas. O dirigente, contudo, entende que o piloto ainda precisa crescer, sobretudo em ritmo de corrida. Para isso, a referência de Sergio Pérez é vista como ideal

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Mesmo ‘entre tapas e beijos’ ao longo da temporada, o fato é que Sergio Pérez e Esteban Ocon formam uma das duplas mais equilibradas do grid da F1 ao longo de 2017. Com os 82 pontos de ‘Checo’ e os 65 do francês, a equipe de Silverstone se consolidou como a quarta força do Mundial de Construtores e segue sem ser ameaçada pelas outras oponentes do pelotão intermediário. Ocon, que chegou para substituir Nico Hülkenberg, vem fazendo uma grande primeira temporada completa e só não pontuou em uma das 16 provas do campeonato até agora, o GP de Mônaco. Mesmo assim, completou todas as corridas do ano.

 
Mas na visão de Bob Fernley, chefe-adjunto da Force India, Ocon ainda tem muito para melhorar. Aos 21 anos, o piloto vem de um sexto lugar no último GP do Japão, terminando logo à frente de Pérez. E é o mexicano a grande referência para a evolução do jovem companheiro de equipe, de acordo com o dirigente.
Esteban Ocon tem em Sergio Pérez uma grande referência em ritmo de corrida, diz o chefe da Force India (Foto: Force India)
“Ele está melhorando. E ele é sortudo por ter um companheiro de equipe tão bom, que é um grande competidor, que o mantém muito, muito focado. Ele ainda tem de aprender alguma coisa em termos de pilotagem em corrida, e é onde ele tira proveito de ter ‘Checo’. O ritmo se encontra muito parelho, mas ele é jovem, então ainda falta algum caminho a percorrer”, declarou.
 
Em Suzuka, Ocon fez grande largada e chegou a andar em terceiro depois de ter ultrapassado Sebastian Vettel na segunda volta da corrida. Por assim foi até a nona volta, quando foi ultrapassado por Daniel Ricciardo e, depois, por Valtteri Bottas, o que foi inevitável dada a melhor performance de Red Bull e Mercedes contra a Force India.
 
 
“Foi incrivelmente divertido. As primeiras voltas foram ótimas, estava andando em terceiro. Consegui uma largada fantástica e estava à frente de Ricciardo. Não tínhamos nada a temer sobre quem vinha atrás e nada a ganhar à frente, de modo que era o máximo que poderíamos fazer. O importante foi que conseguimos chegar ao fim sem problemas. Ainda aprendemos alguma coisa e espero que possamos ser mais fortes e nos aproximar deles”, disse.
 

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Cada vez mais constante, a Force India figura com cada vez mais frequência na zona de pontuação. A evolução nas últimas provas é atribuída por Fernley à adoção de um novo pacote aerodinâmico, que compreende também uma peculiar solução adotada na barbatana de tubarão do VJM10.

 
“Para nós, a corrida [no Japão] foi perfeita, simplesmente correspondemos. Em nosso ponto de vista, introduzimos as atualizações em Singapura, e foram duas corridas onde fizemos bom proveito do pacote e andamos sozinhos em termos de ser os quartos mais rápidos na classificação e na corrida. É um bom passo, no rumo certo. Agora temos de continuar trabalhando duro”, concluiu o chefe-adjunto da Force India.
’EXTRAORDINÁRIO’

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