Bortoleto vê “azar” com safety-car virtual em Ímola: “Não terminamos onde merecíamos”
Gabriel Bortoleto avaliou que o safety-car virtual prejudicou a estratégia da Sauber para o GP da Emília-Romanha deste domingo (18). Brasileiro destacou que tinha um ritmo mais forte do que o resultado indica
Gabriel Bortoleto avaliou que não terminou o GP da Emília-Romanha de F1 deste domingo (18) “na posição que merecíamos”. O brasileiro pontuou, porém, que a Sauber deu azar com o safety-car virtual na corrida de Ímola.
14ª no grid, Gabriel fechou a corrida em 18º, 38s572 atrás de Max Verstappen, que venceu a corrida de forma dominante.
Após a disputa, Bortoleto citou azar com o safety-car virtual, mas disse que ainda precisa entender a razão das três paradas que fez na corrida.
“Nós tivemos um pouco de azar com o safety-car virtual no início. Foi completamente o oposto da nossa estratégia”, disse Bortoleto em entrevista coletiva acompanhada pelo GRANDE PRÊMIO. “Nós tentamos as três paradas, mas preciso checar o motivo de termos feito isso e entender, pois perdemos muito tempo nisso. Honestamente, o ritmo com os [pneus] duros era ok, foi bom, só foi uma pena que não tenhamos podido mostrar isso no resultado”, lamentou.

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Questionado pelo GP se acredita que ficou mais forte em termos de ritmo de corrida neste fim de semana, Bortoleto respondeu: “Sim. Sinceramente, preciso checar. Não sei, não tenho os tempos dos outros pilotos para comprar, mas os carros que estavam à minha frente: [Pierre] Gasly e [Liam] Lawson na maior parte da corrida, eu estava seguindo eles sem perder nada, então parece que fomos fortes. Eles também deram um pouco de azar com o safety-car virtual, pois Gasly estava na mesma estratégia que eu e estava começando bem à frente, mas também terminou atrás”.
“Acho que sim, mas isso não muda o fato de que terminamos onde terminamos. Então trabalhamos para Mônaco”, acrescentou.
Bortoleto avaliou que agora é fácil dizer que uma estratégia diferente poderia colocá-lo na zona de pontuação, mas frisou que a Sauber não alcançou o resultado merecido.
“Não dá para prever quando um safety-car vai entrar ou não, nós pegamos aquilo que tínhamos e o que discutimos antes da corrida. E simplesmente não foi o momento, a hora certa. Agora é fácil dizer que, talvez, se largasse com os duros, estaria na zona de pontuação e em um dia feliz, mas não foi o caso”, falou Gabriel. “Largamos com os médios, tivemos o primeiro safety-car virtual e tentamos uma terceira parada que talvez não tenha funcionado tão bem quanto a gente esperava. Não terminamos na posição que merecíamos pelo ritmo que tínhamos hoje”, encerrou.
A Fórmula 1 retorna já no próximo fim de semana, de 23 a 25 de maio, com o GP de Mônaco.
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