Gesto de Hamilton ao devolver posição a Bottas na Hungria foi “momento chave” do tetra, diz chefe da Mercedes

Na visão de Toto Wolff, Lewis Hamilton começou a ganhar o campeonato quando honrou a palavra e devolveu o terceiro lugar a Valtteri Bottas metros antes da linha de chegada do GP da Hungria. O gesto lhe deu força para reagir na segunda metade da temporada e arrancar para o tetra contra Sebastian Vettel, considera o dirigente austríaco

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Já se vão quase cinco meses, mas o GP da Hungria ainda está na retina de muitos dos fãs da F1. A Ferrari fez a primeira fila com Sebastian Vettel largando na pole-position, que manteve a ponta após a largada, seguido por Kimi Räikkönen, Valtteri Bottas e Lewis Hamilton. Com um alegado melhor ritmo e com mais pontos, Hamilton, que perseguia o então líder Vettel no campeonato, ganhou a autorização da Mercedes para passar o companheiro de equipe e tentar o ataque contra as duas Ferrari, com a promessa de devolver a posição caso não conseguisse superar os carros da rival. E foi o que aconteceu nos últimos metros da última volta, pouco antes da linha de chegada. Bottas terminou em terceiro e Hamilton, o quarto.

 
Houve até um certo temor dentro da Mercedes porque Vettel abriu nada menos que 14 pontos naquela prova: 202, contra 188 de Hamilton. Mas na visão de Toto Wolff, agora que o tetra ficou sacramentado, o entendimento é que o gesto de Lewis ao cumprir a palavra e devolver a posição a Bottas foi decisivo para a conquista do título deste ano.
Hamilton abriu espaço para Bottas terminar em terceiro na Hungria (Foto: Sky Sports)
“Para mim, o momento chave foi Budapeste, em que trocamos a posição dos pilotos no fim da corrida. Mantivemos nossos valores. Lewis pediu para tentar ultrapassar as Ferrari e, se não desse certo, devolveria a posição a Valtteri, e fizemos isso. Permanecer em nossos valores é o mais difícil nessas circunstâncias, mas fizemos isso”, comentou o dirigente em entrevista à emissora britânica BBC.
 
“Ter feito isso e, possivelmente, perder três pontos em um campeonato que parecia difícil, acabou por fazê-lo voltar muito forte em Spa depois das férias e, desde então, foi rock and roll”, comemorou Wolff.
 
O resto é história. Depois das férias, Hamilton venceu cinco e terminou duas provas em segundo lugar nos nove GPs restantes e, combinado com os azares de Vettel em Singapura, Japão e Malásia, confirmou a conquista do tetracampeonato por antecipação, no México.
 

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Agora, os trabalhos estão focados na manutenção do domínio da Mercedes em 2018. Wolff revelou que um dos objetivos da equipe tetracampeã é desenvolver um carro que não seja tão difícil quanto o W08, conhecido por ser uma ‘diva’ diante do seu comportamento às vezes temperamental.

 
“Com um carro que foi difícil no começo da temporada, Lewis tirou o que pode dele. Mas foi complicado para os dois pilotos entender como guiar um carro que era arisco. Rápido, mas difícil em alguns momentos, de modo que vimos irregularidades em momentos distintos. Em Mônaco, nosso carro quase não podia ser pilotado, mas Lewis começou a entendê-lo depois de várias corridas, como manter os pneus na janela correta, e logo foi melhorando cada vez mais”, finalizou.
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