Governo indiano formaliza pedido de extradição do dono da Force India, foragido na Inglaterra e endividado

Os dias de Vijay Mallya em Londres podem estar contados. O governo indiano já trabalha com o britânico para extraditar o dono da Force India, endividado e procurado pela justiça. Estima-se que o magnata deve R$ 4,8 bilhões para bancos locais

 
A luta do governo indiano para repatriar o empresário Vijay Mallya ganhou um novo capítulo. O pedido formal de extradição de Mallya, dono da Force India, foi feito nesta sexta-feira (10). O país asiático luta pelo retorno o empresário, foragido em Londres e com dívidas que giram em torno de RS 4,8 bilhões – considerado um crime pela legislação local.
 
O desejo da Índia de extraditar Mallya vem sendo expresso desde maio de 2016, mas só virou uma atitude concreta agora. O governo local reclama que o magnata não colabora com investigações, tendo ignorado qualquer intimação para depor em Nova Délhi.
 
“Hoje entregamos o pedido de extradição do Sr. Vijay Mallya ao Escritório Central de Investigação. Solicitamos que o Reino Unido o extradite para que o julgamento ocorra na Índia”, disse Vikas Swarup, porta-voz do governo.
Vijay Mallya (Foto: Force India)
Mallya deve os R$ 4,8 bilhões para um consórcio de 13 bancos indianos. Ao perceber que sua situação no país estava ficando delicada, Vijay decidiu se mandar para Londres. Depois de viajar para a Europa, o passaporte do empresário foi cancelado.
 
O momento ruim de Mallya está na contramão da melhor fase da história da Force India. A equipe viveu em 2016 a melhor temporada de sua história, terminando o Campeonato de Construtores na quarta colocação, atrás apenas de Mercedes, Red Bull e Ferrari. Dirigentes da escuderia já afirmaram que os problemas de Vijay com a justiça não representam uma ameaça para a emergente escuderia.
fechar

function crt(t){for(var e=document.getElementById(“crt_ftr”).children,n=0;n80?c:void 0}function rs(t){t++,450>t&&setTimeout(function(){var e=crt(“cto_ifr”);if(e){var n=e.width?e.width:e;n=n.toString().indexOf(“px”)<0?n+="px":n,cc.style.display="",s2.width=n,window.frameElement&&(s1.height=c2.offsetHeight+5+"px"),t=500,s1.width="100%"}rs(t)},200)}var c1=window.frameElement?window.frameElement:document.getElementById("crt_ftr"),c2=document.getElementById("crt_ftr"),s1=c1.style;s1.position="fixed",s1.bottom="-4px",s1.left="0px",window.frameElement&&(s1.height="0"),c2.style.textAlign="center",s1.zIndex="60000";var cc=document.getElementById("crt_cls"),s2=cc.parentNode.style;cc.onclick=function(){s1.display="none"};var t=0;rs(0);

var zoneid = (parent.window.top.innerWidth < 970) ? 302357 : 302359;
document.MAX_ct0 = '';
var m3_u = (location.protocol == 'https:' ? 'https://cas.criteo.com/delivery/ajs.php?' : 'http://cas.criteo.com/delivery/ajs.php?');
var m3_r = Math.floor(Math.random() * 99999999999);
document.write("”);

GOSTA DO CONTEÚDO DO GRANDE PRÊMIO?

Você que acompanha nosso trabalho sabe que temos uma equipe grande que produz conteúdo diário e pensa em inovações constantemente. Mesmo durante os tempos de pandemia, nossa preocupação era levar a você atrações novas. Foi assim que criamos uma série de programas em vídeo, ao vivo e inéditos, para se juntar a notícias em primeira-mão, reportagens especiais, seções exclusivas, análises e comentários de especialistas.

Nosso jornalismo sempre foi independente. E precisamos do seu apoio para seguirmos em frente e oferecer o que temos de melhor: nossa credibilidade e qualidade. Seja qual o valor, tenha certeza: é muito importante. Nós retribuímos com benefícios e experiências exclusivas.

Assim, faça parte do GP: você pode apoiar sendo assinante ou tornar-se membro da GPTV, nosso canal no YouTube