GP Recomenda: cinco bons motivos para não se perder o GP da Itália

Menos de uma semana depois da divertida e tumultuada corrida em Spa-Francorchamps, a F1 vai voltar à ação. E se a pista belga representa o DNA da maior das categorias, o que dizer de Monza? Por isso o GRANDE PRÊMIO lista os cinco motivos para não perder o GP da Itália

1. DE VOLTA AO NORMAL
 
Em Spa-Francorchamps, Lewis Hamilton foi obrigado a largada da 21ª posição, depois de tomar várias punições no grid pela troca de componentes da unidade de potência da Mercedes. Na real, o inglês estava no limite apenas com dois elementos: o turbocompressor e o MGU-H – a bateria de reaproveitamento do calor dos gases do motor. Só que a espertinha equipe alemã decidiu aproveitar a sanção e promover outras trocas. Ao todo, o britânico sofreu três trocas de motores no fim de semana passado. Assim, não precisará tão cedo de novas mudanças e, consequentemente, não terá também de se preocupar com mais punições na fase derradeira do ano, ficando livre para brigar pelo título com o rival Nico Rosberg.
 
E é neste cenário que o tricampeão vai desembarcar em Monza. Ou seja, tudo volta ao normal na histórica e rápida pista italiana. Além de tudo, Lewis ainda terá mais motores que seu oponente em um circuito que venceu nos dois últimos anos. Quer dizer, o piloto tem agora uma grande chance de abrir vantagem na liderança e seguir tranquilo na busca pelo tetracampeonato.
 

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2.  AINDA DÁ, MAS…
 
Na Bélgica, Nico Rosberg viveu a expectativa de vencer em uma prova que parecia complicada demais para Lewis Hamilton marcar muitos pontos. A esperança era de talvez sair líder de Spa, mas a corrida cheia incidentes acabou abrindo caminho para que o inglês pudesse se recuperar. E assim foi. O tricampeão terminou em terceiro. E, mesmo com a vitória, o alemão ainda segue vice, mas agora com nove pontos a menos
 
A etapa na Itália vai colocar Rosberg novamente em uma posição de brigar pela vitória, mas o retrospecto não é dos melhores. No ano passado, nem sequer completou a corrida. E nunca venceu em uma das mais tradicionais pistas do calendário.
 
Mas isso não quer dizer que o jogo está perdido. A Mercedes, como de costume, anda muito bem nas longas retas e a vantagem é toda dos prateados. A questão é saber se Nico terá brio o suficiente para desafiar Hamilton.
Nico Rosberg venceu na Bélgica (Foto: Beto Issa)
3. BAD BOY
 
Max Verstappen vem assombrando o grid da F1. Desde que estreou no ano passado, aos 17 anos, o holandês vem dando demonstrações de personalidade forte, talento na pista e agressividade. Desde maio na Red Bull, o piloto já venceu corrida, conquistou pódios e ajudou a equipe austríaca a superar a Ferrari no Mundial de Construtores, mas também colecionando polêmicas nas disputas mais acirradas na pista.
 
Em Spa, o menino arrumou novamente confusão os ferraristas. A dividida de curva na La Source, que acabou gerando um toque e uma rodada de Sebastian Vettel, provocou a ira do tetracampeão. Kimi Räikkönen também se queixou do jovem por conta de uma briga mais apertada em que acabou sendo jogado para fora da pista. 
 
Depois da prova, Max foi bastante criticado por ambos, mas retrucou as acusações. A expectativa agora é para ver qual será o comportamento de Verstappen em um novo embate em Monza, uma pista veloz e desafiadora.
Max Verstappen durante o segundo treino livre em Spa-Francorchamps, na Bélgica (Foto: Beto Issa)

 


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4. CORRENDO EM CASA

 
Desde sempre, correr em Monza para a Ferrari é um misto de tormento e festa. Os tifosi aguardam com ansiedade o momento do GP italiano e colorem de vermelho as arquibancadas, enquanto a imprensa cobra na mesma medida. Neste ano, a mais tradicional das equipes também vive uma temporada de mais baixos do que altos, e isso vem se refletindo nos artigos das sempre nervosa mídia na Itália. Por isso, o time de Maranello vai chegar à sua corrida de casa sob enorme pressão e com a missão de bater a Red Bull, que agora vem faceira na segunda colocação do Mundial.
 
5. 2017 ESTÁ LOGO ALI
 
O GP da Itália também será o último na Europa. Depois de Monza, a F1 vai rodar o mundo, indo primeiro para a Ásia e, depois, para a América do Norte e Sul, antes de encerrar a temporada em Abu Dhabi. Por isso, muitas equipes escolhem a etapa italiana para anunciar seus planos para o ano seguinte. Foi lá que a Williams, por exemplo, definiu a continuidade de Felipe Massa e Valtteri Bottas nos dois últimos campeonatos. Ou seja, é crível dizer que a semana pode vir com algumas surpresas e novos contratos. 
Felipe Massa vive a expectativa de um novo contrato na F1 (Foto: Beto Issa)
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