GP Recomenda: cinco bons motivos para não se perder o GP da Rússia de F1

A F1 deixou o Japão e agora desembarca na Rússia para a 15ª etapa da temporada 2015. A segunda edição da corrida em Sochi vem cheia de expectativa, especialmente em torno da Mercedes, que pode comemorar o bi neste fim de semana. Por isso, o GRANDE PRÊMIO listou os cinco motivos para não se perder a prova russa

 

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Sob nova direção: a F1 vai ganhar novo dono neste ano. Quem será?http://grandepremio.uol.com.br/f1/noticias/sem-indicar-saida-ecclestone-confirma-que-f1-vai-ganhar-novo-proprietario-ainda-no-fim-deste-ano

Posted by Grande Prêmio on Terça, 6 de outubro de 2015

1) PERTO DO BI
 
Assim como aconteceu em 2014, a Mercedes chega à Rússia perto de fechar a conta no Mundial de Construtores e celebrar o bicampeonato seguido na F1. A poderosa equipe alemã vem novamente em uma temporada de grande domínio. E soma até o momento 506 pontos, sendo 277 de Lewis Hamilton e 229 de Nico Rosberg. Os dois, claro, vem de novo travando uma briga mais acirrada pelo título, embora Sebastian Vettel, da Ferrari não possa ser descartado.
 
A questão é que a esquadra chefiada por Toto Wolff também contabiliza, às vésperas a 15ª etapa do Mundial em 2015, 11 vitórias, sendo oito de Hamilton e três de Rosberg, além de 13 poles. Apenas Vettel conseguiu furar essa performance avassaladora em três oportunidades: Malásia, Hungria e Cingapura. 
 
Dessa forma, a vantagem da Mercedes para a Ferrari, a segunda colocada, é de 169 pontos, restando cinco etapas para o fim. O que quer dizer que, em Sochi, a equipe alemã precisa de apenas três pontos a mais que a escuderia italiana.
Festa do título de Construtores da Mercedes em 2014 (Foto: Mercedes)
2) O TEMOR DA BORRACHA
 
Mesmo vivendo uma fase dominante na F1, a Mercedes também tem seu ponto fraco: os compostos mais macios fornecidos pela Pirelli. Como já aconteceu em outras provas, mas nada tão acintoso quanto em Cingapura, a equipe alemã sofre para tirar um bom desempenho com os pneus macios e supermacios, justamente a escolha da fabricante italiana para o GP da Rússia deste fim de semana.
 
A Pirelli, na verdade, mudou com relação à opção do ano passado, na estreia do circuito russo no calendário, alegando que "a combinação de agora deve atender bem aos diferentes tipos de curvas do circuito de Sochi, além de ser um circuito liso e pouco abrasivo". Em 2014, a empresa havia levado os médios e os macios, muito em função da novidade do traçado. 
 
Por conta dessa nova decisão, a cúpula da Mercedes manifestou preocupação e mostrou que a derrota em Cingapura ainda está viva na memória do time. A falta de performance em Marina Bay traumatizou os prateados, na verdade. 
Cúpula da Mercedes na F1 teme os pneus macios (Foto: AP)
"Mas o campeonato ainda não acabou porque minha preocupação está na próxima corrida, em Sochi, que tem o mesmo tipo de asfalto que Cingapura”, comentou Niki Lauda, o presidente não-executivo da equipe alemã. “Portanto, não acabou e não é fácil. Temos de trabalhar duro, permanecer competitivos, e então estarmos bem, mas você só vai parecer bem quando isso tudo isso estiver feito”, acrescentou.
 
3) A ÚLTIMA CHANCE DE REAGIR 
 
Nico Rosberg terá em Sochi, neste fim de semana, mais uma chance de tentar oferecer alguma resistência a Lewis Hamilton na disputa pelo título de 2015, mas a missão não será nada fácil. Restando cinco etapas para o fim do campeonato, Rosberg tem 48 pontos de desvantagem para o líder e companheiro de Mercedes e sabe que, a partir de agora, só a vitória interessa. Ou seja, este é o momento de colocar pressão em Hamilton ou terá de se conformar em ver uma nova taça nas mãos do colega.
 
Mais que isso, se Nico completar o GP da Rússia com mais um segundo lugar atrás de Hamilton, a diferença vai ficar acima dos 50 pontos, faltando aí quatro etapas para o encerramento da temporada, o que deixaria Lewis com quase as duas mãos do troféu. 
 
E como desgraça pouca é bobagem, Hamilton dominou amplamente o fim de semana russo em 2014, enquanto Rosberg se atrapalhou todo na largada, em uma tentativa quase desesperada de superar o rival. Por conta do desatino, o alemão teve de fazer uma prova de recuperação e chegou em segundo, mas agora o segundo é pouco.
É hora de Rosberg pressionar Hamilton (Foto: AP)
A verdade é que a vida do alemão não tem sido das melhores desde o início da segunda fase da temporada. Até aqui, Lewis conseguiu somar mais pontos que Nico — foram 75 ou três vitórias para o inglês contra 48 pontos do filho de Keke. Mas Rosberg pode ter um aliado nesta batalha. A Ferrari novamente deve aparecer forte em Sochi, e o tetracampeão pode muito bem entrar em uma briga com Hamilton. Nico só precisa tirar proveito de um eventual embate entre os campeões.  
 
4) O AVANÇO VERMELHO
 
Falando em Ferrari, a equipe italiana deve surgir forte em Sochi neste fim de semana. Se a escolha dos compostos mais macios representa um temor para a Mercedes, nas garagens ferraristas a opção é motivo de comemoração. É o tipo de cenário em que o carro vermelho se sobressai. 
 
A SF15-T, especialmente nas mãos de Sebastian Vettel, é um modelo que suporta bem altas temperaturas, mas que também cuida bem dos pneus. E, no circuito russo, isso será importante, ainda que a previsão fale em clima ameno. Por outro lado, a Pirelli já prevê uma alta degradação da borracha em função da pista pouco usada da Rússia.
 
"Como a pista não foi usada muito intensamente após a última passagem da F1, uma grande degradação do asfalto é esperada", disse a fornecedora dos pneus do Mundial. Essa pode ser uma grande notícia para os italianos.
 
Ainda sobre o traçado, o asfalto de Sochi é muito semelhante ao de Cingapura, etapa em que a esquadra vermelha dominou, com a vitória de Vettel e o terceiro lugar de Kimi Räikkönen.
Ferrari cuida bem dos pneus (Foto: AP)
5) O PILOTO DA CASA
 
Mesmo sendo a caçula do calendário da F1, a Rússia tem seu representante no grid. Daniil Kvyat vai correr em casa neste fim de semana e pode ser a grande surpresa da etapa em Sochi. Isso porque o jovem de 21 anos vem uma ascendente na temporada.
 
Kvyat conseguiu o primeiro pódio na Hungria, pouco antes do encerramento da primeira parte do Mundial. E acabou liderando treinos livres nas etapas de Cingapura e do Japão. E a julgar pelas performances da Red Bull, especialmente em Marina Bay, o piloto tem chance de brigar com a Williams pelo topo do bloco intermediário.
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