Grupos de TV Sky e Liberty também avaliam proposta para assumir controle do Mundial de F1, revela jornal

Há concorrência na disputa pelo controle do Mundial de F1, com os grupos de TV Sky e Liberty também interessados em comprar as ações da categoria, segundo reportagem do ‘The Sunday Times’, em uma transação de R$ 22 bilhões. Na semana passada, surgiu a notícia de que o Catar e o dono do Miami Dolphins devem fazer uma proposta ao CVC

O Qatar Sports Investiments e o dono do Miami Dolphins, da NFL, não são os únicos interessados em assumir o controle do Mundial de F1. Reportagem publicada pela edição de domingo (28) do jornal ‘The Times’ revelou que os grupos de TV Sky e Liberty Global também avaliam uma proposta.
 
O valor da oferta, segundo o jornal, gira em torno de R$ 22,1 bilhões. Reuniões já vêm acontecendo entre eles e os atuais proprietários da categoria, o grupo de investimentos CVC.
 
Na última semana, estourou a notícia de que o QSI e Stephen Ross, por meio da RSE Ventures, devem fazer uma proposta de R$ 24 bilhões.
Bernie Ecclestone deve continuar no comando da F1 mesmo com a venda das ações (Foto: AP)
Há dez anos, o CVC fez um investimento de cerca de R$ 6 bilhões para entrar no negócio. Os antigos donos eram os bancos JP Morgan, Lehman Brothers e Bayerische Landesbank.
 
Não é a primeira vez que a Liberty, do magnata norte-americano John Malone, é ligada à tomada de controle da F1. Isso havia acontecido também no ano passado, com uma proposta em conjunto com a Discovery Communications.
 
A Liberty é uma operadora de TV fechada com capital de R$ 56 bilhões, com atividades em 12 países na Europa e dois na América: Porto Rico e Chile.
 
Já a Sky tem se envolvido cada vez mais com a F1 nos últimos anos. A emissora criou no Reino Unido, na Itália e na Alemanha canais exclusivos para a cobertura do Mundial, no sistema de pay-per-view, transmitindo todas as etapas do campeonato.

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