Hamilton admite ser “fã da companhia e da marca”, mas fala em tornar vida da Ferrari “miserável” nos próximos anos
Lewis Hamilton admitiu ser um fã da marca Ferrari, mas falou em tornar a vida da rival e de Sebastian Vettel miserável nos próximos anos. O britânico está perto de conquistar o tetracampeonato depois de uma temporada de rivalidade com o germânico
google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “5708856992”;
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;
Lewis Hamilton afirmou que fica “feliz” em tornar a vida da Ferrari e de Sebastian Vettel “miserável” nos próximos anos. Ainda assim, o britânico admitiu ser fã da marca e da companhia de Maranello.
No último fim de semana, Hamilton venceu Vettel no GP dos Estados Unidos e deu mais um importante passo em direção ao tetracampeonato, que pode ser definido já neste fim de semana, no México.

Lewis Hamilton se disse feliz em infernizar a vida da Ferrari (Foto: AFP)
Relacionadas
google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “2258117790”;
google_ad_width = 300;
google_ad_height = 600;
“Eu vejo o carro vermelho e sou fã da companhia e da marca”, disse Hamilton em entrevista ao jornal britânico ‘The Sun’.
Ainda assim, Lewis não mostrou interesse em guiar pela escuderia de Maranello, já que entende que a Ferrari também não quer contar com seus serviços.
“Seria uma honra para qualquer piloto guiar aqueles carros, mas não foi uma opção. Se a Ferrari me quisesse, eles teriam me abordado. Quero trabalhar com pessoas que me querem. Se não me querem, não é uma opção”, ponderou. “Fico feliz em tornar a vida deles miserável nos próximos anos. Sebastian acabou de renovar, então para mim e para a Mercedes, nossa meta é tornar a vida dele e da Ferrari infeliz pelos próximos três anos!”, comentou.
Ainda, Hamilton recordou o incidente em Baku, mas ressaltou que existe muito respeito entre ele e Vettel.
“A forma como Sebastian se comportou em Baku e o que ele faz não tem nenhuma influencia em mim ou em quão grande posso ser. Sei onde estou em termos de ser um rival para ele e acho que ele também sabe disso. Sempre tem respeito. Eu não penso: ‘Você fez isso comigo’. Não é importante”, declarou. “Isso vem desde a minha infância. Sinto muito racismo. Eu queria bater na criança que disse alguma coisa, mas meu pai sempre disse: ‘Fale na pista ― bata o garoto, isso é mais poderoso’” contou.
“Ação fala mais alto do que palavras. Vença o campeonato e isso vai silenciá-lo”, concluiu.
#GALERIA(7221)
RITMO DE FESTA
PADDOCK GP CHEGA À EDIÇÃO 100 COM HISTÓRIAS IMPERDÍVEIS DE EDGARD MELLO FILHO
.embed-container { position: relative; padding-bottom: 56.25%; height:
0; overflow: hidden; max-width: 100%; } .embed-container iframe, .embed-container object, .embed-container embed { position: absolute;
top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%; }
🏁 O GRANDE PRÊMIO agora está no Comunidades WhatsApp. Clique aqui para participar e receber as notícias da Fórmula 1 direto no seu celular!
Acesse as versões em espanhol e português-PT do GRANDE PRÊMIO, além dos parceiros Nosso Palestra e Teleguiado.
📩 NEWSLETTER GP
Assine e receba notícias exclusivas e bastidores das pistas diretamente no seu e-mail!