Hamilton afirma que deseja seguir passos de ‘ídolo’ Senna na F1. E não quer ser como Schumacher

Confortável na Mercedes, Lewis Hamilton acredita que poderá ser uma lenda na F1, tal qual é Ayrton Senna, sem precisar correr pela Ferrari, como fez Michael Schumacher: “Só estou concentrado em fazer o que Ayrton fez”. Em breve, Lewis poderá quebrar o recorde de vitórias do brasileiro e igualá-lo em número de títulos mundiais

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Lewis Hamilton jamais escondeu sua admiração por Ayrton Senna. Mesmo no começo da carreira na F1, o britânico, hoje com 30 anos, usou a pintura do seu capacete inspirado naquela que foi eternizada pelo brasileiro. As carreiras de ambos guardam algumas semelhanças: Lewis e Senna foram campeões pela McLaren. Hoje na Mercedes, Hamilton está muito próximo de igualar duas marcas do ídolo: se confirmar o favoritismo, chega ao tricampeonato em breve e, de quebra, pode alcançar — e até superar — o número de 41 vitórias alcançadas por Ayrton. O britânico soma 39 triunfos na F1.

O fato de se espelhar em seu máximo ídolo na F1 faz com que Lewis tenha outros objetivos relativamente distintos de boa parte do grid. A Ferrari, por exemplo, não é um sonho alimentado pelo atual bicampeão, que entende que pode virar uma lenda do esporte sem ter passado por Maranello, como fez Michael Schumacher, que conquistou cinco dos seus sete títulos defendendo a lendária equipe italiana.

Hamilton jamais escondeu sua admiração por Ayrton Senna (Foto: McLaren)

“Falo sobre a Ferrari de vez em quando só porque gosto dos seus modelos que não são de competição. Na F1, falei um pouco com Stefano Domenicali [ex-chefe da equipe], mas nunca foi nada sério”, afirmou Lewis em entrevista ao diário norte-americano ‘The Wall Street Journal’.

“Eu me sinto à vontade na Mercedes. Todos sabem que admiro Ayrton Senna, e que ele tornou-se lenda sem guiar para a Ferrari”, acrescentou Lewis.

“As pessoas sempre perguntam: ‘Hey, você quer fazer o que Michael Schumacher fez?’. Não, estou focado em fazer apenas o que Ayrton fez. Sempre foi assim”, assegurou.

Caso comprove o favoritismo e vença as próximas duas corridas do calendário, os GPs de Itália e Cingapura, Hamilton vai chegar às mesmas 41 vitórias de Ayrton Senna curiosamente com o mesmo número de GPs disputados: 161.

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