Hamilton diz que testes de pneus em 2016 teriam sido desperdício de tempo, mas insiste: Mercedes aprendeu com falhas

Lewis Hamilton insistiu em dizer que a Ferrari está muito mais perto da Mercedes e reiterou o melhor trabalho feito pela rival na Austrália. O inglês também falou sobre o desgaste de pneus e acha que nem os testes da Pirelli no ano passado teriam feito diferença nos problemas que a equipe prateada enfrenta neste início de temporada

 

google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “2258117790”;
google_ad_width = 300;
google_ad_height = 600;

Lewis Hamilton reconheceu que parte da derrota sofrida pela Mercedes na Austrália foi causada por um desgaste excessivo de pneus. Mesmo saindo da pole e liderando a primeira parte da corrida, o inglês precisou trocar os compostos muito antes de Sebastian Vettel, que o seguia na segunda colocação. Foram seis de voltas de diferença entre uma tática e outra. Além disso, o britânico perdeu tempo atrás de Max Verstappen quando voltou dos boxes, enquanto o alemão da Ferrari abriu uma confortável distância, que o fez retornar dos pits à frente. Ainda assim, o tricampeão não pode mais acompanhar o rival, que ficou com o triunfo em Melbourne. Falando sobre a performance, Hamilton não negou o melhor trabalho feito pelos ferraristas, mas acrescentou que a esquadra prateada aprendeu com os problemas sofridos na primeira corrida do ano.

 
Questionado pelos jornalistas em Xangai, onde a F1 está para a segunda prova do campeonato, Lewis admitiu ainda que falhas apresentadas no Albert Park não são tão simples de resolver. "Nós tiramos muitas informações desta primeira corrida, como forma de entender melhor os pneus e de compreender a razão pela qual enfrentamos aquela situação. Estamos conscientes do que houve, mas não temos uma resposta para isso, porque tudo também depende das condições climáticas. Só que vamos reagir", afirmou o piloto.
 
Ainda respondendo sobre o desgaste de pneus, o britânico foi perguntado se os testes de pneus, realizados no ano passado pela Pirelli, poderiam ter ajudado a ter um melhor conhecimento sobre os novos compostos. A resposta veio sem hesitação. Para Hamilton, as atividades extras com a fabricante não teriam feito diferença alguma nos problemas enfrentados agora. Ao longo de 2016, a fornecedora conduziu treinos com os pneus deste ano, mas em carros modificados – Ferrari, Red Bull e Mercedes participaram do programa.
Lewis Hamilton acha que Ferrari segue pertinho da Mercedes (Foto: Twitter/Lewis Hamilton)

google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “5708856992”;
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;

window._ttf = window._ttf || [];
_ttf.push({
pid : 53280
,lang : “pt”
,slot : ‘.mhv-noticia .mhv-texto > div’
,format : “inread”
,minSlot : 1
,components : { mute: {delay :3}, skip: {delay :3} }
});

(function (d) {
var js, s = d.getElementsByTagName(‘script’)[0];
js = d.createElement(‘script’);
js.async = true;
js.src = ‘//cdn.teads.tv/media/format.js’;
s.parentNode.insertBefore(js, s);
})(window.document);
"Estou tão feliz por não ter feito esses testes, porque os carros atuais são muito diferentes", disse Lewis, que tomou parte apenas em uma sessão, em Abu Dhabi, após o fim da temporada. "Dei algumas voltas no carro de 2015 e era totalmente diferente. Teria sido um desperdício do meu tempo. Estou contente de não feito isso. Não fez diferença", completou.

 
"O fato é que o carro tinha muito menos downforce e era mais leve do que o atual, então não daria para ter feito uma simulação", acrescentou.
 
Sobre o fim de semana chinês, Hamilton voltou a insistir que a Ferrari está muito mais perto da Mercedes. "No fim das contas, eles ganharam a corrida e fizeram um trabalho muito melhor. Por isso, agora, temos de fazer algo melhor. Acho que estamos muito próximos. O ritmo de classificação é bem similar e, na corrida, eles foram capazes de nos acompanhar", explicou.
 
"Acho que será um pouco assim: teremos corridas em que eles vão estar à nossa frente e outras em que vão estar atrás", concluiu o inglês.
 

O GP da China, o segundo do campeonato, acontece neste fim de semana, e o GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades em Xangai AO VIVO e em TEMPO REAL.

 

PADDOCK GP #72 TRAZ ÁTILA ABREU E DISCUTE ETAPAS DA STOCK CAR, F1, INDY E MOTOGP

.embed-container { position: relative; padding-bottom: 56.25%; height: 0; overflow: hidden; max-width: 100%; } .embed-container iframe, .embed-container object, .embed-container embed { position: absolute; top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%; }

google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “8352893793”;
google_ad_width = 300;
google_ad_height = 250;

fechar

function crt(t){for(var e=document.getElementById(“crt_ftr”).children,n=0;n80?c:void 0}function rs(t){t++,450>t&&setTimeout(function(){var e=crt(“cto_ifr”);if(e){var n=e.width?e.width:e;n=n.toString().indexOf(“px”)

var zoneid = (parent.window.top.innerWidth document.MAX_ct0 = '';
var m3_u = (location.protocol == 'https:' ? 'https://cas.criteo.com/delivery/ajs.php?' : 'http://cas.criteo.com/delivery/ajs.php?');
var m3_r = Math.floor(Math.random() * 99999999999);
document.write("”);

GOSTA DO CONTEÚDO DO GRANDE PRÊMIO?

Você que acompanha nosso trabalho sabe que temos uma equipe grande que produz conteúdo diário e pensa em inovações constantemente. Mesmo durante os tempos de pandemia, nossa preocupação era levar a você atrações novas. Foi assim que criamos uma série de programas em vídeo, ao vivo e inéditos, para se juntar a notícias em primeira-mão, reportagens especiais, seções exclusivas, análises e comentários de especialistas.

Nosso jornalismo sempre foi independente. E precisamos do seu apoio para seguirmos em frente e oferecer o que temos de melhor: nossa credibilidade e qualidade. Seja qual o valor, tenha certeza: é muito importante. Nós retribuímos com benefícios e experiências exclusivas.

Assim, faça parte do GP: você pode apoiar sendo assinante ou tornar-se membro da GPTV, nosso canal no YouTube