Hamilton fala em ano de altos e baixos, ressalta orgulho e avisa: “Voltarei mais forte e mais rápido do que nunca”

Em texto publicado nas redes sociais horas depois do fim do GP de Abu Dhabi, Lewis Hamilton reconheceu que as circunstâncias vividas ao longo da temporada não lhe foram favoráveis. Ainda assim, se mostrou orgulhoso do trabalho feito nas últimas provas, com quatro vitórias nas últimas quatro corridas, e garante que voltará com tudo em 2017

 

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O sonho de Lewis Hamilton em superar o ídolo Ayrton Senna e conquistar o tetracampeonato mundial de F1 vai ficar mesmo para 2017. Mesmo com a vitória no GP de Abu Dhabi, o britânico viu Nico Rosberg, nos seus retrovisores, cruzar a linha de chegada em segundo lugar e comemorar seu primeiro título no último domingo (27). Hamilton entende que, por mais que tenha vencido mais provas que seu companheiro de Mercedes, as circunstâncias vividas ao longo da temporada não lhe foram favoráveis, configurando 2016 num ano cheio de altos e baixos. Mas Lewis garante que sua vontade de ser novamente campeão e continuar quebrando recordes é a mesma e avisa: “Voltarei mais forte e mais rápido do que nunca no ano que vem”.

 
Hamilton escreveu um texto nas redes sociais horas depois do fim do GP de Abu Dhabi e, antes de tudo, agradeceu aos fãs pelo carinho e pela torcida ao longo da temporada. Agradeceu, também, à Mercedes por ter lhe entregue um carro vencedor, que ajudou o time alemão a conquistar o tricampeonato do Mundial de Construtores.

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Lewis Hamilton promete voltar mais forte e mais rápido do que nunca em 2017 (Foto: Mercedes)
Mas Lewis também reconheceu que 2016 não foi um ano muito favorável. Aliás, foi uma temporada com muitos problemas e quebras, sobretudo de motor, como aconteceu na China, na Rússia e, de forma determinante para os rumos do título, na Malásia. Hamilton também teve seus problemas nas largadas dos GPs da Austrália e da Itália, além do toque sofrido por Valtteri Bottas nos primeiros metros do GP do Bahrein. Todo o contexto tornou a missão do britânico um trabalho hercúleo.
 
Ao fim de 21 corridas, a temporada mais longa da história da F1, Rosberg fechou com 385 pontos, cinco a mais que seu grande rival nos últimos tempos.
 
“2016 foi um ano de altos e, definitivamente, um ano de baixos”, reconheceu Hamilton. “Mas hoje, por mais que eu quisesse aquele título, estou muito orgulhoso da minha performance neste fim de semana e também dos últimos finais de semana. Quero agradecer demais a vocês, #TeamLH, pela torcida neste ano e a cada ano. Vocês são inacreditáveis e a torcida de vocês significa o mundo para mim”, escreveu Lewis.
 

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“À minha equipe, obrigado pelo trabalho duro que nos fez vencer o Mundial de Construtores por três anos consecutivos. As circunstâncias neste ano não estiveram em meu favor, mas fiz meu melhor e estou feliz pela forma como a temporada terminou. Voltarei mais forte e mais rápido do que nunca no ano que vem. Deus abençoe. Lewis Hamilton”, completou.

 
Embora não tenha sido campeão em 2016, Hamilton entrou definitivamente para a galeria dos grandes neste ano. Passou a ser o segundo maior vencedor da história da F1 — com 53 triunfos — e também o terceiro maior em poles, ficando com 61, apenas quatro a menos que Senna e sete a menos em relação ao maior recordista, Michael Schumacher. Lewis também ultrapassou a marca dos 100 pódios na F1 e agora tem 104, alcançando o terceiro lugar na estatística, atrás de Alain Prost, com 106, e de Schumacher, com 155.

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