Hülkenberg reclama que ultrapassar era “quase impossível” no GP da Austrália: “A turbulência era enorme”

Nico Hülkenberg ficou preso atrás de Esteban Ocon, que, por sua vez, não conseguia passar Fernando Alonso. Andando em fila indiana no GP da Austrália, o alemão da Renault deu seu veredito: vai ser muito difícil ultrapassar em 2017

 
Nico Hülkenberg sofreu no GP da Austrália. O alemão da Renault terminou a primeira volta em 12º lugar e se deparou com a missão de remar para chegar aos pontos neste domingo (26). Mas isso foi “quase impossível”: Hülkenberg sentiu que as ultrapassagens ficaram muito mais difíceis com os novos carros de 2017.
 
A prova de fogo para Hülkenberg foi Esteban Ocon, 11º durante a maior parte do tempo. Mesmo com a vantagem nos pneus, Nico não conseguiu firmar uma ultrapassagem.
 
“Eu esperava que ele tivesse problemas com o pneu macio, eu estava com o ultramacio”, recordou Hülkenberg. Mas logo percebi que não ia dar [para ultrapassar]. A turbulência é enorme, então ultrapassar é quase impossível. Eu provavelmente era capaz de andar mais de 1s mais rápido, mas simplesmente não tinha como”, lamentou.
Nico Hülkenberg (Foto: AFP)
Ocon também teve dificuldades, mas conseguiu algum sucesso. O francês estava preso atrás do lento Fernando Alonso, que fazia de tudo para pontuar com a McLaren.
 
“Nós [Ocon e Hülkenberg] éramos muito mais rápidos que o Alonso, mas não estava dando para chegar perto. Ele cometeu um erro na saída da curva 12 e eu consegui me aproximar para tentar algo”, disse Ocon.

O próximo compromisso da F1 em 2017 é o GP da China. A corrida em Xangai está marcada para 9 de abril, daqui duas semanas.

 

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