Hadjar diz que diretiva “não mudou carro” e aceita 9º no grid da Espanha: “Era o máximo”

Isack Hadjar ficou a 0s053 do oitavo colocado, Pierre Gasly, na classificação do GP da Espanha, mas reconheceu que não daria para ir muito além

Isack Hadjar deixou a classificação do GP da Espanha, neste sábado (31), com a sensação de que alcançou o máximo que era possível ao terminar na nona colocação com a Racing Bulls. Ele afirmou ainda que a diretiva das asas dianteiras não influenciou na performance, ainda que tenha sido difícil comparar com a versão antiga do carro.

Hadjar mais uma vez foi combativo, mas quase tropeçou no Q1. Mesmo assim, conseguiu avançar e achou uma bela volta no Q2, fechando a segunda parte em sexto.

No Q3, fez a melhor volta em 1min12s252, 0s053 mais lento que Pierre Gasly, o oitavo colocado — uma posição que Hadjar também acreditou ser possível, embora não tenha saído frustrado por ficar atrás.

“Acho que já estava no limite do que podia fazer”, começou, em coletiva acompanhada pelo GRANDE PRÊMIO em Barcelona. “Encontramos tempo extra com a melhoria da pista no final, mas acho que nono, oitavo, seria o máximo”, salientou.

Isack Hadjar levou o carro da Racing Bulls ao Q3 (Foto: Red Bull Content Pool)

Ao comentar a mudança na asa dianteira, disse que não estranhou o comportamento do carro. “Não tenho certeza quanto ao desempenho. Não trouxe muita mudança para o nosso, pois acho que não éramos os melhores em jogar com isso, mas é difícil dizer.”

“Se trouxessem a asa dianteira antiga e eu pilotasse com ela agora, ok, mas assim, não consigo sentir [a diferença]. Ainda somos rápidos”, enfatizou o novato.

Por fim, ao ser questionado sobre Yuki Tsunoda, que terminou somente em 20º, evitou polêmicas, mas afirmou que o colega japonês precisa reagir.

“Não sei o que ele está passando no momento, já que nunca estive do outro lado da garagem [da Red Bull]. Mas ele precisa continuar se esforçando, não é ficar em 20º e relaxar”, concluiu.

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