Kubica admite que carro “não é único problema” e se desespera com inércia na evolução: “Já tentei de tudo”
Robert Kubica está no limite. É a sensação que ganha força a cada declaração frustrada do piloto polonês. E não apenas com uma Williams inerte, mas também com ele próprio por não conseguir tirar do carro ao menos o que o novato companheiro, George Russell, consegue
A frustração de Robert Kubica com a realidade de equipe nanica que a Williams tem em 2019 é cada vez maior. Neste domingo (14), após o GP da China, milésima prova da história da Fórmula 1, o polonês foi taxativo: a volta de apresentação contou com o momento mais emocionante da corrida dele.
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"Tive uma boa largada e vinha na linha de dentro, mas, honestamente, não queria correr nenhum risco. Fiquei perto de uma das Racing Point e estava por dentro e não sabia se ele ia espremer, então deixei espaço suficiente e perdi duas posições ali. É difícil arriscar alguma coisa quando você sabe que o ritmo vai ser o que vai ser.”

"Não tenho ritmo contra meu companheiro de equipe e, quando você vê, está na saída das curvas patinando e perdendo o carro enquanto ele vai embora. Não estou dizendo que é o carro, mas tem alguma coisa que precisa ser entendida. Tenho péssima tração e George disse que a tração dele não era tão ruim. Como eu disse, não é só o carro. São alguns fatores, mas é assim que está", seguiu.
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