Leclerc escolhe #16 e lembra ajuda do pai e Bianchi: “Tenho certeza que eles vão me acompanhar lá de cima”

Agora que conseguiu a grande chance para fazer parte do grid do Mundial de F1, Charles Leclerc não esquece de quem tanto o ajudou. O monegasco de apenas 20 anos lembrou do pai, Hervé Leclerc, que morreu às vésperas da etapa do Azerbaijão da F2, e também do grande amigo e incentivador Jules Bianchi, morto em 2015 após grave acidente nove meses antes, em Suzuka. “Queria que os dois estivessem aqui para me ver lá”

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Grande sensação da temporada 2017 da F2, Charles Leclerc realizou um sonho ao ser confirmado pela Alfa Romeo Sauber como novo titular do Mundial de F1 em 2018. Aos 20 anos e com a bênção da Ferrari, o monegasco vai ser companheiro de equipe do sueco Marcus Ericsson. Ao falar sobre a grande chance, Charles não se esqueceu de quem sempre o apoiou: seu pai, Hervé Leclerc, e o amigo Jules Bianchi.

 
 
Bianchi, por sua vez, era muito ligado ao empresário de Leclerc, Nicolas Todt, e era seu incentivador desde o kartismo e na F-Renault. Jules sofreu gravíssimo acidente no GP do Japão de 2014 e morreu nove meses depois, na França.
Charles Leclerc lembrou do pai e maior apoiador da carreira. Hervé Leclerc morreu em junho (Foto: F2)
Em entrevista veiculada pelo site da Sauber, Leclerc só teve palavras de agradecimento. E também de saudades.
 
“Lembro de assistir a F1 quando era muito jovem e sonhava em um dia fazer parte disso. Não posso acreditar que esse dia chegou e que vou correr pela Alfa Romeo Sauber na temporada 2018 da F1. Sou extremamente grato por todas as pessoas que estiveram envolvidas na minha trajetória rumo à F1”, disse.
 
“Um pensamento especial ao meu pai, que fez absolutamente tudo para que eu chegasse lá e para Jules, que me ajudou enormemente. Queria que os dois estivessem aqui para me ver lá, mas tenho certeza que eles vão me acompanhar lá de cima”, declarou o monegasco.
 
Leclerc escolheu o numeral #16 para usar em sua trajetória na F1. Trata-se de um número muito utilizado na história do Mundial. Nada menos que 154 pilotos correram com o #16, incluindo Juan Manuel Fangio, Alberto Ascari, Chico Landi, Jackie Stewart, Jochen Rindt, Jim Clark, José Carlos Pace, Niki Lauda, Jenson Button e Jacques Villeneuve. O último piloto a usá-lo foi Pastor Maldonado, em 2013, quando ainda era piloto da Williams.
 

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O monegasco exaltou também a Ferrari e seus apoiadores pela grande chance recebida. “E também um agradecimento especial à Academia de Pilotos da Ferrari, à Scuderia Ferrari, meus patrocinadores, parceiros, Nicolas Todt, a All Road Management, minha família, todas as pessoas próximas a mim nesses anos todos e, obviamente, a Alfa Romeo Sauber, por me dar essa oportunidade”.

 
“Ainda há um longo caminho para realizar meu segundo sonho. Então é hora de voltar ao trabalho e vejo vocês em Melbourne”, finalizou o novo integrante do grid do Mundial de F1.
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