Hamilton cita inquérito e protesta contra Israel por massacre em Gaza: “Genocídio”

Pelas redes sociais, Lewis Hamilton protestou contra o massacre israelense em Gaza e chamou atenção para inquérito de comitê contratado pela ONU que descreve a situação como genocídio

Heptacampeão mundial de Fórmula 1, Lewis Hamilton usou suas redes sociais para se manifestar sobre o conflito na Faixa de Gaza. O piloto britânico protestou contra as ações de Israel e repercutiu um relatório de um comitê de investigação da Organização das Nações Unidas (ONU) que apontou a existência de um genocídio de palestinos.

Publicado nesta terça-feira, o relatório fundamenta a acusação de genocídio em atos do governo israelense, como a morte de civis, a imposição de condições de vida para provocar a destruição dos palestinos e medidas destinadas a impedir nascimentos.

“A situação em Gaza piora a cada dia. Nos últimos dois anos, mais de 10% da população foi morta ou ferida, incluindo dezenas de milhares de crianças. E este número só aumenta. A mais recente incursão na Cidade de Gaza forçou centenas de milhares de pessoas a deixarem suas casas, com hospitais em toda a faixa já sobrecarregados com aqueles que sofrem de fome e as vítimas dos bombardeios que parecem nunca ter fim”, publicou Lewis no Instagram.

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Lewis Hamilton (Foto: AFP)

Segundo o governo palestino, quase 65 mil pessoas foram mortas em Gaza desde o início do confronto em outubro de 2023, após um ataque do Hamas em Israel que gerou uma massiva resposta militar. O relatório da comissão da ONU não distingue civis de combatentes, mas afirma que a maioria das vítimas é composta por mulheres e crianças.

“Hoje, uma comissão de inquérito da ONU descreveu o que está acontecendo em Gaza como um genocídio. Como seres humanos, não podemos ficar parados e deixar que isso continue acontecendo”, concluiu.

Conhecido por seu ativismo, Hamilton tem um longo histórico de posicionamentos na Fórmula 1, especialmente na luta antirracista e na defesa do meio ambiente e dos direitos dos animais. Esta não é a primeira vez que o piloto se manifesta sobre violações de direitos humanos, tendo criticado publicamente os governos do Bahrein e protestado contra leis anti-LGBTQIA+ na Hungria e na Arábia Saudita.

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GP do Azerbaijão de F1: veja os horários em Brasil, Cabo Verde, Portugal, Angola e Moçambique:

SessãoBRA*CBVPOR
ANG
MOZ
Treino livre 105:3007:3009:3010:30
Treino livre 29:0011:0013:0016:00
Treino livre 305:3007:3009:3010:30
Classificação9:0011:0013:0016:00
Corrida8:0010:0012:0013:00

*Horário de Brasília

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