Hamilton nega impacto de resultados recentes com Ferrari em 2026: “Crescemos juntos”
Além de destacar as lições aprendidas com a Ferrari em 2025, Lewis Hamilton admitiu que vai ficar feliz com o fim da atual geração de carros da Fórmula 1
Confiante de que finalmente pode conquistar um pódio vestindo as cores da Ferrari no GP do Azerbaijão deste fim de semana, 17ª etapa da temporada 2025 da Fórmula 1, Lewis Hamilton analisou o que ainda pode esperar das corridas que restam no ano. Embora não acredite que o desempenho atual terá qualquer impacto na preparação para 2026, quando o novo regulamento entra em vigor, o heptacampeão destacou a importância de continuar progredindo e trabalhando com os colegas em Maranello.
Na sexta posição do Mundial de Pilotos, com 117 pontos somados até aqui, o dono da SF-25 #44 tem sofrido para se entender na nova casa. E ainda que os resultados ruins tenham gerado alguns episódios de muito pessimismo, como foi no GP da Hungria, por exemplo, o britânico garantiu que permanece concentrado em extrair o melhor com a escuderia italiana, minimizando as consequências de um ano muito abaixo das expectativas.
“Pessoalmente, não sinto que essas últimas corridas tenham muito impacto no ano que vem. Claro, esse é o objetivo: ver progresso e continuar trabalhando. Quanto mais experimento com a equipe, mais cresço com ela, e essa experiência vai ajudar no futuro. As lições que estamos enfrentando com certeza vão ser úteis”, disse Hamilton durante as entrevistas desta quinta-feira (18) em Baku.
O fato é que o piloto nunca lidou muito bem com as normas de 2022, que trouxeram de volta o efeito-solo à principal categoria de monopostos. Depois de ficar dois anos sem subir no degrau mais alto do pódio, algo inédito na carreira, Lewis colocou um ponto final no jejum no GP da Inglaterra de 2024, emendando em um novo triunfo na Bélgica, quando contou com a desclassificação de George Russell.

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Por isso, quando perguntado se ficará feliz em se despedir da atual geração de carros, foi direto ao ponto e respondeu simplesmente com um “sim”. Na sequência, ao explicar como a próxima mudança de regulamento se diferencia das outras que já vivenciou na carreira, apontou o limite de gastos como um fator determinante — até mesmo para a atual temporada.
“Parece bem diferente por causa do teto orçamentário. Lembro que em 2008 (antes das mudanças nas regras para 2009), ainda podíamos trazer atualizações durante o ano, ainda estávamos lutando, ainda desenvolvendo o carro até o fim, e era permitido fazer as duas coisas ao mesmo tempo”, apontou.
Por fim, lamentou que a Ferrari agora está “presa ao que temos”, já que os recursos foram todos direcionados para 2026. “Isso deixa a temporada menos empolgante”, encerrou Hamilton.
A F1 retorna neste fim de semana, de 19 a 21 de setembro, em Baku, palco do GP do Azerbaijão. O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades da 17ª etapa da temporada AO VIVO E EM TEMPO REAL, além de classificação e corrida em SEGUNDA TELA no YouTube, em parceria com a Voz do Esporte. O Briefing chega para analisar após o fim de cada dia de atividades nas redes sociais e na GPTV.
GP do Azerbaijão de F1: veja os horários em Brasil, Cabo Verde, Portugal, Angola e Moçambique:
| Sessão | BRA* | CBV | POR ANG | MOZ |
| Treino livre 1 | 05:30 | 07:30 | 09:30 | 10:30 |
| Treino livre 2 | 09:00 | 11:00 | 13:00 | 16:00 |
| Treino livre 3 | 05:30 | 07:30 | 09:30 | 10:30 |
| Classificação | 09:00 | 11:00 | 13:00 | 16:00 |
| Corrida | 08:00 | 10:00 | 12:00 | 13:00 |
*Horários de Brasília
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