Liberty Media toma NFL como exemplo e quer tornar etapas da F1 em eventos semelhantes ao Super Bowl

De acordo com reportagem do 'The Financial Times', a Liberty Media, grupo que vem adquirindo a maior parte das ações da F1, já planeja mudanças drástica na forma de promover a maior das categorias do automobilismo. A ideia inicial é transformar a semana de GPs em eventos ao estilo do Super Bowl

 

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A Liberty Media ainda não concluiu a compra da F1 – o processo deve ser finalizado ainda no primeiro trimestre de 2017 -, mas já trabalha em mudanças drásticas na gestão da maior das categorias do automobilismo no mundo. De acordo com informações do jornal 'The Financial Times', o forte grupo norte-americano estuda transformar as etapas do longo calendário do Mundial em eventos ao estilo do Super Bowl – o jogo final da NFL, a principal liga do futebol americano, reconhecidamente um dos mais importantes e lucrativos espetáculos do esporte.

 
A ideia dos novos proprietários da F1 é também promover uma semana inteira de eventos, incluindo atividades patrocinadas, apresentações musicais e outras exibições auxiliares. Atualmente, o campeonato utiliza apenas os três dias do fim de semana de GP para se promover. A Liberty Media ainda planeja vender o patrocínio-máster de cada corrida. 
 
Em setembro deste ano, a empresa adquiriu 18,7% das ações do maior campeonato de monopostos do planeta, parte que pertencia ao grupo CVC Partners. Ali, o grupo investiu $ 746 milhões – R$ 2,4 bilhões. A compra de 100% dos direitos da F1 vai custar, no total, $ 8 bilhões – aproximadamente R$ 26,4 bi.  
Helmut Marko conversa com o novo presidente da F1, Chase Carey  (Foto: Red Bull Content Pool)

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Uma vez confirmado o negócio, a Liberty Media colocou Chase Carey para presidir a F1. O executivo, que foi também o chefão da 21st Century Fox, fez sua primeira aparição no paddock durante o GP de Cingapura, no fim de setembro, afirmando que "pretendia tornar a categoria muito mais ampla e apelar para uma audiência ainda maior ao longo da semana".

 
De lá para cá, a ideia foi revisar a atual administração e agora o plano também inclui uma promoção mais agressiva da F1, no estilo mesmo da NFL, promovendo rivalidades entre as equipes, bem como entre os pilotos. "Não há marketing, não há pesquisa, não há informações ou uma plataforma digital. Este esporte tem um conteúdo global único e não fez o suficiente para tirar proveito disso", explicou um executivo ouvido pelo 'The Financial Times' em condição de anonimato. 
 
"Precisamos construir rivalidades e permitir que as pessoas compreendam a tecnologia que está envolvida no esporte", completou.
 
A renovação da F1, projetada para atrair mais patrocinadores e ampliar a audiência, também inclui uma expansão da presença do esporte nos EUA, onde vem ganhando espaço desde a etapa de Austin, que entrou no calendário em 2012 – o primeiro GP norte-americano desde 2007. Com base na audiência da prova, a publicação inglesa ainda informou que o Liberty Media estuda a possibilidade de adicionar mais uma corrida em solo americano e que Nova Iorque, Los Angeles, Las Vegas e Miami são as cidades preferidos. A empresa também enxerga oportunidades de expandir o negócio investindo em realidade virtual e merchandising.
 
O 'The Financial Times' encerra falando que, apesar da resistência da F1 a mudanças, as receitas de patrocínios das equipes vêm caindo ao longo dos anos, assim como a audiência em mercados importantes, como na Ásia. Daí a preocupação em alterar a gestão do Mundial.
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