Massa diz que legado de Ecclestone à frente da F1 não pode ser esquecido, mas clama: “Mudanças precisam ser feitas”

Amigo de Bernie Ecclestone desde quando começou sua jornada como piloto na F1, Felipe Massa pregou respeito e disse que a categoria é o que é hoje graças ao ex-chefão, destituído pelo Liberty Media. Contudo, o brasileiro entende que os novos donos do esporte precisam realizar mudanças: “Tomara que isso aconteça”, disse

Depois de quase 40 anos, a F1 está sob nova direção. Bernie Ecclestone reinava como chefe supremo do esporte desde 1978 e tornou a categoria bilionária e global, levando as corridas aos confins do mundo, em destinos outrora jamais imaginados. Mas como a própria vida, a F1 também é cíclica e precisava se renovar. E a renovação atende pelo nome de Liberty Media, a nova dona do certame, que chega prometendo muitas mudanças para tornar o esporte mais empolgante aos pilotos, equipes, patrocinadores e, principalmente, aos fãs do esporte.

 
Felipe Massa, amigo de Bernie Ecclestone, não se furtou a falar sobre o momento de transição pelo qual passa a F1. Em entrevista exclusiva concedida ao GRANDE PRÊMIO, o piloto da Williams entende que o legado de Bernie à frente do esporte jamais pode ser esquecido. Afinal, o piloto entende que a F1 chegou ao patamar atual devido ao trabalho realizado por Ecclestone. 
 
"A gente não pode esquecer o que o Bernie fez pela F1. Acho que a categoria hoje é o que é muito por causa dele, não dá para esquecer isso de jeito nenhum”, comentou o paulista de 35 anos.

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Com a chegada de Chase Carey, Bernie Ecclestone deixou o comando da F1 oficialmente em janeiro (Foto: AFP)
Contudo, Felipe defende mudanças substanciais, que só podem ser levadas a cabo por uma nova gestão, com novas ideias, diferentes da filosofia que vigorou até o fim do ano passado na F1. “Muitas mudanças precisam ser feitas, até para tornar o esporte mais competitivo, tomara que isso aconteça”, disse Massa, com um ar de esperança.
 
No entanto, Massa prefere esperar um pouco para entender como o Liberty Media poderá trabalhar para mudar a F1 para melhor. Felipe questionou se os novos donos vão conseguir evoluir o esporte com o mesmo êxito logrado por Ecclestone ao longo das últimas décadas.
 
“Agora que vamos ver se os novos donos vão fazer algo a mais do que o Bernie fazia. Lógico que não podemos esquecer da idade do Bernie, é um cara de 85 anos que cuidava de todas as áreas. Então, um pensamento moderno pode fazer a diferença nesse sentido. Tem de fazer", clamou.
 
O Liberty Media assumiu oficialmente como novo dono da F1 em janeiro depois de concluir a operação de compra das ações do esporte. Ecclestone, que ocupava o posto de diretor comercial, que na prática era o de chefão da categoria, foi substituído por uma cúpula chefiada por Chase Carey.
 
O executivo norte-americano, no entanto, descentralizou a gestão da F1, diferente de Bernie, que sempre mostrou preferência por exercer o poder absoluto. Carey nomeou Sean Bratches, ex-executivo da ESPN, como responsável por gerenciar os direitos comerciais da F1, enquanto o tarimbado Ross Brawn, ex-diretor e ex-dono de equipe, campeão do mundo na Ferrari e na Brawn, foi contratado como o novo diretor esportivo da F1. Carey defendeu o novo modelo de gestão e disse que a F1 "de um homem só", com Bernie no comando, não estava mais dando certo.
 

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