Massa isenta problema humano em lentidão nos pit-stops da Williams e explica razão: alto calor da porca

Felipe Massa, durante sua participação no Paddock GP, explicou as dificuldades da Williams nos boxes. Segundo o brasileiro, as porcas do carro inglês ficam muito quentes, dificultando sua retirada e gastando tempo precioso. O #19 isentou o fator humano de culpa, exaltando os treinos dos mecânicos

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Os diversos problemas da Williams nos boxes acabaram sendo uma marca da temporada de Felipe Massa. A equipe inglesa, sempre mais lenta que Mercedes e Ferrari em pit-stops, acaba custando segundos preciosos do brasileiro. Todavia, o piloto #19 contou no PADDOCK GP desta terça-feira (10) que o problema não é a inabilidade dos mecânicos, e sim a alta temperatura da porca ao longo dos GPs.

 
Massa frisou que os mecânicos não têm culpa na lentidão. O brasileiro contou que, em treinos entre os mecânicos – sem as altas temperaturas dos GPs – a equipe consegue render tão bem quanto suas adversárias.
Felipe Massa participou do Paddock GP nesta terça-feira (10) (Foto: Rodrigo Berton)

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“É um problema que a gente vem tendo no box. Não é um problema humano, muita gente vê e fala ‘a Williams não trabalha’, mas não é um problema humano de jeito nenhum”, contou Massa, no PADDOCK GP.

 
“Nas últimas corridas, nossa parada foi de 3s. Entendemos alguma coisa, mas não é um problema humano. Quando o carro anda, esquenta. Toda a parte em que está fixada a roda esquenta bastante. E, quando esquenta, a porca demora para sair. Colocar é fácil, o problema é tirar”, explicou.
 
Massa contou que a Williams está procurando novos métodos para resolver o problema. O brasileiro apontou uma melhora nas últimas provas – ainda insuficiente.
 
“Tem que desenvolver uma coisa nova, que a gente vem fazendo. Com um pouco menos de pressão, mas que seja seguro. Isso acabou melhorando, mas ainda tem um pouco de trabalho pela frente”, continuou.
Felipe Massa contou que seus mecânicos não são culpados pela lentidão nos boxes (Foto: Williams F1)

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Na Ferrari, Massa enfrentou problemas semelhantes. O piloto, que defendeu a escuderia entre 2006 e 2013, contou que, depois de muito investir em melhoras nos pits, a Ferrari conseguiu voltar à condição de uma das equipes mais velozes do grid – posição que ocupa até hoje.

 
“Lembro que, na Ferrari, teve uma época que a gente sofreu muito com pit-stop. A gente era bem lento, comparando com as melhores. Precisava trocar macaco, trocar porca. Quando trocaram tudo, deu certo; e hoje continua sendo igual. Agora fizeram pit em 2s2, 2s3. Tudo na F1 é em volta do desenvolvimento, e uma peça pequena pode fazer uma diferença grande”, finalizou Massa.
PADDOCK GP COM FELIPE MASSA: ASSISTA JÁ

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