Verstappen explica por que não considerou Ricciardo como ameaça na Red Bull
Max Verstappen acha "injusto" dizer que Daniel Ricciardo foi quem o ameaçou na Red Bull. Ele afirma que tinha pouco experiência e, ainda assim, deu um salto de performance muito grande
Max Verstappen e Daniel Ricciardo foram companheiros de equipe por dois anos e meio na Red Bull. Da metade de 2016 às temporadas completas de 2017 e 2018, o holandês conseguiu ter uma rápida adaptação e em seu próprio ano de estreia pela equipe principal, conquistando até mesmo uma vitória, assim como o australiano. Daí em diante, o dono do carro #33 superou seu companheiro de equipe em triunfos e pódios nos dois anos seguintes somados, antes da partida de Daniel para a Renault, em 2019.
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Por isso, Max acredita ser “injusto” dizer que Ricciardo foi a grande ameaça para ele na Red Bull, já que os resultados de seus companheiros de equipe subsequentes — Pierre Gasly, Alexander Albon e do próprio Sergio Pérez — foram muito distantes. Pelo tempo de casa e experiência do piloto do carro #3, Verstappen enfatiza que ainda estava no início de sua carreira na Fórmula 1 e que, desde então, muita coisa mudou.
“Acho que também melhorei, porque tenho cada vez mais experiência”, disse Verstappen, em entrevista à GP Racing. “Então, também acho difícil comparar de forma justa”, acrescentou.

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“Acho um pouco injusto dizer que ele estava mais perto [em termos de desempenho]. Ele ainda é um pouco mais velho e mais experiente, mas acho que ganhei muita experiência nos últimos anos, enquanto no início, é claro, ainda era bem novo e eu realmente não tinha muita experiência nos monopostos, porque eu tive um ano na F3, um ano na Toro Rosso, e depois fui para a Red Bull”, seguiu.
A briga de Verstappen em 2021 deixou de ser interna. Nesta temporada, o piloto da Red Bull é uma grande ameaça ao domínio da Mercedes e Lewis Hamilton. Afinal, é o piloto que, no ano, tem mais vitórias, mais pódios e mais poles-position, além de liderar o Mundial de Pilotos. Para ele, isso é resultado do grande salto que ele deu em seus cinco anos de carreira na F1.
“E acho que um grande salto começou a acontecer, o que é um processo natural nos seus primeiros cinco anos de carreira na F1”, concluiu.
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