McLaren avalia parceria com Honda como “autêntico desastre” e destaca valentia para aprovar acordo com Renault

Éric Boullier, chefe da escuderia, analisa últimos três anos na F1, com motores Honda, como situação que danificou a imagem da McLaren. Para ele, isso diminuiu a credibilidade da equipe e, até mesmo, fez com que alguns possíveis patrocinadores desistissem de acordos

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O fim da parceria entre McLaren e Honda, decretado na última semana, ainda trará rescaldo por muito tempo. Nesta quarta-feira (20), por exemplo, Éric Boullier, chefe da escuderia, fez uma avaliação sobre os três anos de associação. E ela passou longe de ser positiva. Pelo contrário, o uso foi de palavras forte, como "desastre", o que mostra o alívio da McLaren em acertar com a Renault para o fornecimento de motores a partir de 2018.

Para Boullier, a parceria ajudou a diminuir a credibilidade da equipe na F1: "Foi um autêntico desastre para nós em termos de credibilidade e até para conseguir novos patrocinadores", declarou.

Éric Boullier (Foto: McLaren)

Agora, o foco do chefe é o futuro. E, neste caso, o pensamento a longo prazo se faz necessário, segundo ele: "Temos que olhar para a frente: nos próximos cinco anos estou completamente seguro de que voltaremos a posição a qual pertence a McLaren, e que vamos voltar a ter credibilidade para reconstruir nossa lista de patrocinadores."

E o futuro da McLaren incluii motores Renault – e a permanência de Fernando Alonso, segundo o próprio Boullier. Do chefe, veio o agradecimento aos acionistas da equipe, que permitiram a troca com o pagamento da multa para a Honda

"Somos apenas nono no Mundial, e com um motor de ponta acredito que estaríamos, no mínimo, em quarto", apostou. "Com o dinheiro da FOM poderemos cobrir parte dos custos do motor, então não será um grande risco pensando pelo lado econômico."

"Obrigado aos acionistas, que foram suficientemente valentes para tomar uma decisão esportiva e não ferir a McLaren. Poderiam ter mandado esperar a Honda despertar", finalizou Boullier.

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