McLaren diz que segue “tentando resolver problemas com Honda”, mas desconversa sobre Mercedes: “Não vamos comentar”

A McLaren foi questionada sobre as informações de que procurou a Mercedes para um possível acordo de fornecimento de motores para 2018. A equipe inglesa não negou nem confirmou a conversa, apenas se limitou a dizer que “não vai comentar as especulações”

 

google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “5708856992”;
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;

window._ttf = window._ttf || [];
_ttf.push({
pid : 53280
,lang : “pt”
,slot : ‘.mhv-noticia .mhv-texto > div’
,format : “inread”
,minSlot : 1
,components : { mute: {delay :3}, skip: {delay :3} }
});

(function (d) {
var js, s = d.getElementsByTagName(‘script’)[0];
js = d.createElement(‘script’);
js.async = true;
js.src = ‘//cdn.teads.tv/media/format.js’;
s.parentNode.insertBefore(js, s);
})(window.document);
Restando pouco menos de uma semana para o início da temporada 2017 da F1, a McLaren se colocou como centro das atenções com a informação de que está atrás dos motores da Mercedes para o próximo ano. De acordo com a com a revista alemã ‘Auto Bild’, o acionista Mansour Ojjeh conversou com representantes da equipe tricampeã para iniciar uma negociação. Mas, logo de cara, a esquadra britânica já ouviu o ‘não’ dos alemães.

 
A McLaren foi questionada sobre as especulações e não negou, limitando-se a dizer que apenas "não comentaria" os rumores. "Os testes de pré-temporada foram um desafio. Foram decepcionantes. Estamos trabalhando junto com a Honda para resolver os problemas e as deficiências. E juntos estamos considerando todas as opções, mas não vamos comentar os boatos da mídia", afirmou um porta-voz do time de Woking.
 
De fato, a equipe inglesa enfrentou diversas falhas do motor Honda durante os testes coletivos em Barcelona e fechou as atividades muito pouca quilometragem na comparação com suas rivais. Os problemas recorrentes, claro, provocaram críticas e iniciaram uma crise interna. 
Fernando Alonso (Foto: McLaren)

google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “5708856992”;
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;

É claro que a troca da Honda pela Mercedes seria um grande negócio para a McLaren, que deixaria de usar o pior motor da F1 para contar com o melhor. Especula-se que a diferença de potência entre as duas unidades gira em torno de 50 cv.

 
A negociação, mesmo sem o ‘não’ imediato da Mercedes, seria muito difícil. A McLaren tem um longo contrato com a Honda, vigente até o fim de 2021. Além disso, a Mercedes não está disposta a fornecer motores para outras equipes – os prateados já são parceiros de Williams e Force India.
 
A McLaren foi parceria da Mercedes por quase duas décadas, até que a marca da estrela de três pontas decidiu montar a própria equipe na F1, em 2010, depois da compra da Brawn GP.
 
PADDOCK GP #69 DEBATE ABERTURA DA INDY, TESTES DA F1 E MOTOGP E LEMBRA JOHN SURTEES

.embed-container { position: relative; padding-bottom: 56.25%; height: 0; overflow: hidden; max-width: 100%; } .embed-container iframe, .embed-container object, .embed-container embed { position: absolute; top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%; }

google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “8352893793”;
google_ad_width = 300;
google_ad_height = 250;

fechar

function crt(t){for(var e=document.getElementById(“crt_ftr”).children,n=0;n80?c:void 0}function rs(t){t++,450>t&&setTimeout(function(){var e=crt(“cto_ifr”);if(e){var n=e.width?e.width:e;n=n.toString().indexOf(“px”)

var zoneid = (parent.window.top.innerWidth document.MAX_ct0 = '';
var m3_u = (location.protocol == 'https:' ? 'https://cas.criteo.com/delivery/ajs.php?' : 'http://cas.criteo.com/delivery/ajs.php?');
var m3_r = Math.floor(Math.random() * 99999999999);
document.write("”);

GOSTA DO CONTEÚDO DO GRANDE PRÊMIO?

Você que acompanha nosso trabalho sabe que temos uma equipe grande que produz conteúdo diário e pensa em inovações constantemente. Mesmo durante os tempos de pandemia, nossa preocupação era levar a você atrações novas. Foi assim que criamos uma série de programas em vídeo, ao vivo e inéditos, para se juntar a notícias em primeira-mão, reportagens especiais, seções exclusivas, análises e comentários de especialistas.

Nosso jornalismo sempre foi independente. E precisamos do seu apoio para seguirmos em frente e oferecer o que temos de melhor: nossa credibilidade e qualidade. Seja qual o valor, tenha certeza: é muito importante. Nós retribuímos com benefícios e experiências exclusivas.

Assim, faça parte do GP: você pode apoiar sendo assinante ou tornar-se membro da GPTV, nosso canal no YouTube