Médico de Schumacher diz que caso era grave desde início, mas “se deteriorou rapidamente”
Em entrevista ao jornal ‘O Estado de S. Paulo’, Jean François Payen, anestesista-chefe do Centro Hospitalar Universitário de Grénoble, afirmou que o caso de Michael Schumacher era grave desde o início, mas piorou rapidamente
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Michael Schumacher segue internado em coma induzido no Centro Hospitalar Universitário de Grénoble, na França, onde recebe tratamento médico para se recuperar das lesões sofridas em um grave acidente enquanto esquiava em uma estação nos Alpes Franceses.
O heptacampeão da F1 caiu e bateu com a cabeça em uma pedra. Socorrido pelos patrulheiros locais, o ex-piloto foi levado a um hospital próximo e depois transferido para o CHU, onde já chegou em coma. Michael foi operado para aliviar a pressão intracraniana e é mantido em coma induzido pelos médicos.
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A edição 45 da REVISTA WARM UP |
Na manhã desta segunda-feira (30), o corpo médico do CHU de Grénoble concedeu uma entrevista coletiva e explicou que o caso de Schumacher permanece crítico. Falando ao jornal ‘O Estado de S. Paulo’, Jean François Payen, anestesista-chefe do hospital francês, admitiu que o caso do ex-piloto era grave desde o principio, mas piorou muito rapidamente.
“Já era grave desde o início”, reconheceu Payen. “Mas a situação se deteriorou rapidamente e de uma forma incrivelmente veloz”, frisou o anestesista.
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