Mercedes acha falha que causou quebra do motor de Hamilton e revisa parâmetros de uso das unidades de potência

A Mercedes usou o Twitter para informar as causas do estouro do motor do carro de Lewis Hamilton durante a parte final do GP da Malásia. As investigações da equipe alemã apontaram para uma falha da bronzina, peça utilizada no virabrequim

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A Mercedes usou sua conta no Twitter para esclarecer as causas do estouro do motor do carro de Lewis Hamilton na parte final da corrida da Malásia, disputada no último domingo. De acordo com as investigações conduzidas equipe alemã, a unidade de potência sofreu uma "falha da bronzina" – no caso, a peça colocada no virabrequim. "E isso aconteceu sem qualquer aviso depois de 618 km e foi precedido por uma perda da pressão de óleo da curva 15", escreveu o time alemão, nesta quinta-feira (6).

 
Na semana passada, Hamilton caminhava para uma vitória importante em Sepang e que o colocaria de volta ao topo da tabela de pontos da F1, só que, a 16 voltas do fim da corrida, o motor de seu carro estourou e o abandono foi inevitável.  Como resultado, o inglês viu se rival e companheiro de equipe, Nico Rosberg, abrir 23 pontos na liderança do campeonato.
 
Após a quebra, o tricampeão chegou a levantar dúvidas quanto ao trabalho da equipe prateada, mas logo voltou atrás nas acusações de sabotagem. A esquadra chefiada por Toto Wolff, em contrapartida, iniciou imediatamente um estudo para entender o que provocou a quebra.
Lewis Hamilton abandona GP da Malásia de F1 (Foto: Reprodução/F1)

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A Mercedes agora também decidiu revisar seus parâmetros de funcionamento dos motores neste fim de semana, em Suzuka, como resultado da falha da unidade de potência do inglês. Após as análises terem apontado para um problema em um de seus motores mais recentes, a esquadra optou por usar no carro de Hamilton a unidade que foi escolhida em Cingapura. Já Nico Rosberg vai seguir usando o motor com que disputou a corrida malaia.

 
Também como medida de precaução, no entanto, a equipe alemã decidiu atrasar a entrega da versão final de suas unidades a suas clientes do grid. Para o GP do Japão, o time tinha como plano disponibilizar para a Williams, a Force India e Pascal Wehrlein, da Manor, motores atualizados. Agora, os cinco carros só terão permissão para correr com o novo propulsor na prova em Austin, nos EUA. 
 
A unidade defeituosa usada por Hamilton na Malásia já foi levada de volta à fábrica da Mercedes, na Inglaterra.
PADDOCK GP #49 ANALISA SEPANG, FAZ PRÉVIA DO GP DO JAPÃO E ABERTURA DA F-E

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