Mercedes admite interesse em Verstappen, mas diz que “não vai interferir” em contrato de longa duração com Red Bull

Toto Wolff deixou claro que o interesse em Max Verstappen já é antigo e vem desde 2014, quando a marca cogitou associar o jovem holandês à Mercedes. Entretanto, a Red Bull foi mais rápida e ofereceu logo de cara uma vaga para ser titular da Toro Rosso. Mas mesmo impressionado com o talento do piloto, o dirigente disse que não vai forçar uma transferência

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Grande sensação da temporada 2015 da F1, Max Verstappen passou a ter seu nome como alvo de rumores e sendo ligado à Ferrari e, mais recentemente, até à Mercedes, algo que Toto Wolff não negou. O chefe da equipe que domina o Mundial há duas temporadas admitiu o interesse no holandês de 18 anos depois de uma estreia impressionante nesta temporada, mas deixou claro que a contratação de Max não está em pauta. Segundo o austríaco, trata-se de respeitar o compromisso de longo prazo que Verstappen tem com a Red Bull.
 
Em entrevista ao site norte-americano ‘Motorsport.com’, Wolff se rendeu ao talento de Verstappen e elogiou a relação entre Max e o pai e ex-piloto, Jos, algo que, na visão do chefe da Mercedes, influencia positivamente em seu crescimento na carreira.
 
“Ele é um cara para se olhar. Eu, pessoalmente, gosto dele. Gosto da forma como pai e filho abordam as coisas e a maneira como esse relacionamento influencia em sua carreira esportiva. Definitivamente, ele tem seu lugar na F1”, disse o dirigente, para logo em seguida evitar qualquer rumor a respeito de um futuro prateado para Max.
Apesar do interesse declarado, Wolff disse que não vai interferir na relação de Max com a Mercedes (Foto: Getty Images)
“Ele não está em pauta para nós porque ele está sob um contrato de longa duração com a Red Bull”, comentou.
 
Ao falar sobre a Red Bull, Wolff se rendeu ao frutífero programa de desenvolvimento de jovens pilotos da escuderia taurina, que colocou recentemente no grid da F1 pilotos como Daniil Kvyat, Daniel Ricciardo, Carlos Sainz, além do próprio Verstappen, sem falar no maior de todos, o tetracampeão mundial Sebastian Vettel.
 
“E se há alguma coisa, com toda a controvérsia na F1, que eu sempre vou reconhecer, é que se você desenvolver um piloto para a F1 como a Red Bull tem feito e assumindo riscos, então acho que isso deve ser honrado. Não vamos interferir em tal relação. Se as coisas vierem até nós, então é bom. Mas se não, não”, assegurou.
 
Por fim, Wolff lembrou que o interesse da Mercedes em Verstappen era antigo e vinha desde 2014. Mas a equipe prateada ficou para trás porque não teve condições de oferecer um atraente lugar para ser titular em 2015.
 
“Percebi que ele tem um grande talento e senti que seria bom tê-lo na equipe. Mas só conseguiríamos oferecer um posto de piloto de testes, reserva ou uma vaga na GP2 ou no DTM, e certamente não o que Helmut conseguiu oferecer a ele. É absolutamente lógico que ele trilhou esse caminho”, concluiu.

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