Mercedes admite problemas em classificação e diz que “Hungria vai expor fraqueza”
James Vowles, estrategista-chefe da Mercedes, espera fim de semana complicado na Hungria por conta da diferença de ritmo de classificação da equipe alemã para as líderes
A Mercedes conquistou seu primeiro pódio duplo em 2022 no GP da França no último domingo (24) e vem mostrando um bom ritmo de corrida. Mas o time alemão segue sem conseguir competir com Ferrari e Red Bull no ritmo de classificação. Agora, na Hungria, uma pista com poucos pontos de ultrapassagem, a equipe de Brackley sabe que precisa ter um bom desempenho no sábado para aproveitar o potencial do carro no domingo.
“Estou incrivelmente satisfeito em ver que as pessoas estão se deixando levar. O automobilismo é capaz de criar alguns dos altos mais altos que você pode sentir e também alguns dos baixos mais baixos. Mas ainda não estamos onde precisamos estar para vencer, essa é a resposta curta para isso, especialmente, por exemplo, no ritmo de classificação e a Hungria vai expor essa fraqueza”, explicou James Vowles, estrategista-chefe da Mercedes.
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“Estamos caminhando e vejo progresso, e podemos ver isso também em como vamos avançar nas próximas corridas, mas em Budapeste precisamos ser realistas. Temos um carro forte de corrida, mas podemos não conseguir usar tudo dependendo das condições que nos são apresentadas. Precisamos fazer um trabalho melhor do que temos feito para garantir que estamos nos classificando onde o carro deveria estar, que é na frente”, ressaltou o engenheiro britânico.
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A Mercedes conseguiu ter um ritmo de corrida próximo de Ferrari e Red Bull nas provas da Espanha, Inglaterra e França, mas segue brigando com Alpine e McLaren nas classificações. Com um carro extremamente confiável, o time alemão segue acumulando bons pontos, mas sabe onde precisa melhorar o carro para de fato entrar na briga por vitórias na Fórmula 1 em 2022.
“Acho que, no momento, claramente estamos melhorando o carro corrida a corrida e nosso ritmo de corrida está chegando lá. Mas não na classificação. Estamos lutando para realmente entrar na disputa com eles e haverá certas pistas, como Paul Ricard e Silverstone, onde poderemos usar esse ritmo de corrida a nosso favor”, disse Vowles.
“É muito difícil em Budapeste se você começar atrás para voltar para a frente no grid. Há oportunidades, é apenas mais difícil. Estamos aqui para melhorar e avançar, mas ainda não chegamos lá. Precisamos que outros cometam erros para aproveitar e seguir em frente”, concluiu James.
A Fórmula 1 retorna já no próximo domingo (31), para o GP da Hungria, com cobertura completa do GRANDE PRÊMIO. A 13ª etapa do Mundial será a última antes da tradicional pausa do verão europeu.
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