Mercedes critica comportamento “louco” de Vettel. E chefe deixa claro: “São rivais e não podem mais ser amigos”

Toto Wolff e Niki Lauda falaram também sobre o comportamento de Sebastian Vettel em Baku no último domingo. O chefe da Mercedes foi mais comedido, mas disse que não vê mais a possibilidade de amizade entre os dois rivais. Já o tricampeão foi mais duro nas críticas

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A cúpula da Mercedes também não hesitou em comentar o incidente envolvendo Sebastian Vettel e Lewis Hamilton durante o GP do Azerbaijão. Enquanto Niki Lauda, o presidente não-executivo da marca alemã, foi duro nas críticas ao tetracampeão, o chefe da equipe prata, Toto Wollf, buscou um mais de serenidade. Porém, ambos concordaram que Hamilton não teve culpa alguma no que aconteceu. 

 
Pouco antes da segunda relargada da prova, os dois adversários do campeonato se envolveram em inusitada 'briga de trânsito'. Vettel se irritou quando Hamilton reduziu demais a velocidade e acabou batendo na traseira do Mercedes #44. Não satisfeito, o alemão colocou a Ferrari lado a lado com o W08 do tricampeão e bateu novamente. Seb foi punido pela ação. Mas Lauda achou pouco.
 
"Normalmente, Vettel é um cara muito decente. Não entendo o que aconteceu, se ele se assustou, se ficou louco. Precisa manter o controle nessas situações. Vettel ficou bravo depois que bateu na traseira do carro de Lewis, mas isso também foi sua culpa. E o que fez depois eu nunca vou entender. Ele poderia ter colocado Lewis para fora da corrida, por isso não sei por que arriscou tanto", disse o austríaco aos jornalistas depois da corrida.
Lewis Hamilton e Sebastian Vettel (Foto: Autosport/Twitter)

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"A punição deveria ter sido muito maior porque acredito que isso é o pior que alguém pode fazer. Se bate por um erro, até tudo bem, mas ali foi algo proposital", completou o tricampeão. "Lewis ainda vai bater em Sebastian algum dia, mas não no carro", brincou Lauda, para retomar o tom sério.

 
"Se eu fosse Lewis, certamente tentaria falar com Sebastian e entender o que aconteceu."
 
Já Wolff foi mais comedido nas declarações e disse que prefere ouvir o tetracampeão antes de fazer qualquer julgamento. "Não posso imaginar que tenha feito isso de propósito. Até gostaria de falar com ele pessoalmente antes de julgar. Se um piloto faz isso de propósito, então temos de pensar no tamanho da punição. Ele é quatro vezes campeão do mundo e estamos dando exemplos do que está acontecendo", falou o dirigente.
 
Por fim, o chefe da Mercedes acha que Hamilton e Vettel não podem mesmo ser amigos. "Creio que agora acabaram os elogios. Este esporte necessita de rivalidade, é um ingrediente para um grande campeonato. São guerreiros, estão lutando por vitórias e títulos, então não podem ser amigos", concluiu.
 
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