Mesmo sem “conversa oficial”, consultor vê Audi como solução para Red Bull na F1: “Ou eles entram ou estamos fora”
Helmut Marko, conselheiro da Red Bull, afirmou que a marca vai deixar a F1 se não encontrar uma forma de voltar a ser competitiva, especialmente em termos de motor. Por isso, deu um ultimato e disse "ou a Audi vem para F1 ou estamos fora"
Apesar das negativas, o nome da Audi novamente está associado à F1. E agora quem trouxe a marca aos holofotes foi Helmut Marko, o consultor da Red Bull. O ex-piloto austríaco confirmou que a equipe das bebidas energéticas vai deixar o Mundial se não conseguir encontrar um motor competitivo nos próximos anos. Isso a menos que a fábrica das quatro argolas resolva também fornecer unidades de força para a principal categoria do automobilismo mundial.
Neste ano, a equipe chefiada pelo inglês Christian Horner vem enfrentando diversos problemas com os motores da Renault e vive uma queda acentuada de desempenho com relação às últimas temporadas. Atualmente, a esquadra de Milton Keynes ocupa apenas a quarta colocação entre os Construtores, com 172 pontos de desvantagem para a líder Mercedes.

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Em declaração à BBC Sport, Marko revelou que não há ainda nenhuma conversa formal com a Audi, mas insistiu em dizer que a Red Bull pode mesmo deixar a F1 se não conseguir mais imprimir um ritmo competitivo.
"Se não tivermos um motor competitivo nos próximos anos, então ou a Audi vem para F1 ou estamos fora", afirmou o consultor. "Há tantos rumores neste momento. Oficialmente, não há nenhuma conversa ou pedidos", completou.
"O Grupo Volkswagen primeiro tem de resolver quem será o novo chefe de apoio e quem vai dirigir a marca. E aí, quando eles tiverem resolvido tudo isso, talvez possam pensar em o que fazer com o automobilismo", acrescentou o austríaco.
Homem forte da F1, Bernie Ecclestone afirmou que gostaria de ver a Volkswagen e que a marca seria muito bem-vinda ao esporte. O inglês também afirmou que vem se esforçando para garantir a presença da Red Bull no Mundial. "Eles não vão sair. E nós queremos evitar isso", disse Ecclestone. "Eu posso entendê-los e não estou feliz também, mas seria muito bom se a Volkswagen realmente entrasse", completou o dirigente.
Na semana passada, Luca di Montezemolo, o ex-presidente da Ferrari, já havia dito que Dietrich Mateschitz, o dono da Red Bull, deveria trabalhar para atrair a Audi para a F1 ou desistir por completo do campeonato mundial.
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Sejamos sinceros: o GP da Espanha deste domingo não foi lá a corrida mais divertida do mundo. Não passou sequer perto disso. Teve uma boa disputa entre Daniil Kvyat e Carlos Sainz Jr. no final, mas nem entou na tela. Fora isso, o mais interessante foi a mudança de estratégia da Mercedes para que Lewis Hamilton passasse Sebastian Vettel e ficasse em segundo.
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