Na contramão de Ecclestone, novo presidente da F1 rejeita ditadura e garante: “Vamos trabalhar juntos”

Novo presidente da F1, Chase Carey, nomeado pela Liberty Media, esteve em Cingapura no fim de semana e já indicou que seu método de trabalho será o oposto de Bernie Ecclestone, responsável pelos direitos comerciais da F1. Na visão do executivo norte-americano, não há espaço para a ditadura no esporte: “Vamos escutar o que as pessoas têm a dizer”

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O fim de semana do GP de Cingapura marcou a primeira aparição de Chase Carey, escolhido pela Liberty Media como o novo presidente da F1, no Mundial. Mas a presença do executivo norte-americana foi muito mais emblemática do que apenas pelo seu bigode peculiar. Carey mostrou, logo de cara, que pretende adotar uma postura mais democrática para decidir os novos rumos do esporte, totalmente na contramão do que pensa Bernie Ecclestone, o chefão da F1, que sempre exaltou a ditadura como a menor maneira para comandar a categoria.
 
“O que mais vou fazer nos próximos meses é escutar o que as pessoas têm a dizer. Você não pode deixar todo mundo feliz o tempo todo, mas é preciso entender o que todo mundo quer e então encontrar um caminho. Essa não é tarefa de um comitê, já que os comitês soam burocráticos, mas tampouco pode haver uma ditadura, ainda que aqui estejam acostumados a ela”, afirmou Carey em entrevista concedida à agência de notícias ‘Reuters’.
 
O novo presidente da F1 também deixou claro que não se vê como um aprendiz de Ecclestone, chefe supremo do esporte há décadas, mas indicou que espera que ambos possam “trabalhar juntos e se dar conta de como tirar o melhor do esporte. Bernie é o diretor-executivo, de modo que Bernie vai seguir assim e vou trabalhar com ele para estabelecer algum tipo de plano estratégico para ver em qual direção nós vamos querer seguir”, comentou.

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Chase Carey indicou que a F1 terá uma política democrática, bem diferente do que defende Ecclestone (Foto: Reuters)
Na prática, porém, já há um distanciamento entre Carey e Ecclestone. Em Cingapura, o norte-americano esteve reunido com os chefes de equipe da F1, sem a presença de Bernie, e deixou uma impressão muito positiva. Toto Wolff, chefe da Mercedes, falou sobre sua postura. “Gosto do Chase, acho que ele tem a atitude correta. Podemos sentir que ele está muito interessado na F1. Vai trazer muita experiência vinda dos Estados Unidos.”
 
A chegada da Liberty Media ao comando da F1 e de Chase Carey como novo presidente do esporte é vista com bons olhos pela categoria, que enxerga a possibilidade de novos e bons rumos no futuro.
 
“O que eu escuto soa muito positivo. Eles são parte de um grupo muito sério e não posso acreditar que uma empresa como a Liberty compre a F1 sem ter um plano a longo prazo”, comentou Christian Horner, chefe da Red Bull.
 
“Se você encarar as coisas de forma simples, o promotor está aí para promover o esporte e deveria determinar qual produto ele quer que a F1 seja”, complementou.
 

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Em entrevista ao site oficial da F1, Carey afirmou que pretende explorar a F1 com maior intensidade nos Estados Unidos, focando em cidades importantes. Atualmente, a categoria realiza uma corrida no país, em Austin, no Circuito das Américas, localizado no Texas.

 
“Ainda é muito cedo para ter um plano claro, mas nós claramente vamos ter um plano para desenvolver a América para ser o mercado certo. Como disse antes, há um grande público inexplorado nos Estados Unidos. Não quero criticar os esforços do passado porque não sei quais foram os esforços do passado. A F1 é uma grande marca premium, e para mim isso significa que você quer colocá-la em cidades como Los Angeles, Nova York ou Miami. Idealmente, nas grandes cidades do mundo”, disse Carey.
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