“Não sei o que faria”: Colapinto diz que acordo para 2026 talvez evitasse rebeldia nos EUA
Em coletiva acompanhada pelo GRANDE PRÊMIO, Franco Colapinto desconversou sobre tentar impressionar a Alpine ao ultrapassar Pierre Gasly nos Estados Unidos
Franco Colapinto afastou a hipótese de que teria desobedecido a ordem da Alpine para não ultrapassar Pierre Gasly no GP dos Estados Unidos na tentativa de usar a manobra para provar que merece ficar na equipe em 2026. O argentino, porém, reconheceu que não era possível dizer qual seria a reação caso já estivesse de contrato assegurado para correr no ano que vem.
A manobra pouco valeu, já que Gasly e Colapinto ocupavam respectivamente a 17ª e a 18ª posição, só que repercutiu nada bem nas garagens francesas, e tudo porque o argentino descumpriu a ordem de não atacar o colega. Depois da corrida, o diretor-executivo, Steve Nielsen, disse que o time estava “decepcionado” e que as decisões do pit-wall “são finais”.
Gasly também demonstrou surpresa com a atitude de Franco, porém admitiu que estava muito lento na pista, então seria difícil segurá-lo. Colapinto, por sua vez, argumentou que só desobedeceu a ordem para não ser ultrapassado por Gabriel Bortoleto, que estava logo atrás, mas depois pediu desculpas pela atitude.
O assunto, então, voltou à tona na coletiva desta quinta-feira (23), na Cidade do México, acompanhada pelo GRANDE PRÊMIO, e a imprensa quis saber se a postura de Franco teria sido diferente se o futuro já estivesse definido. Primeiro, ele afirmou que a Alpine “tem se saído muito bem até agora, com as decisões da equipe”.

“Foi uma decisão diferente das que tivemos ultimamente e foi outra situação complicada”, acrescentou. “Entendemos tudo depois da corrida e passamos por isso juntos, e acho que está tudo bem”, completou Colapinto.
“Claro que não ter um contrato… quero dizer, não posso comparar porque nunca tive, de fato, um contrato neste momento da temporada, mas não sei qual teria sido minha decisão ou como eu teria reagido se já tivesse um acordo de três ou quatro anos, ou pelo menos o próximo”, continuou.
Sobre 2025, aliás, o jovem de 22 anos disse que já esperava um ano de transição, porém tem encontrado mais dificuldades que o esperado. Ele acredita, contudo, que tem estado mais próximo de Gasly nas últimas etapas.
“A realidade é que estivemos muito próximos um do outro durante todo o tempo nas últimas seis corridas. Pessoalmente, tenho tido ritmo para brigar e tenho sido bastante forte, mas também é verdade que às vezes não conseguimos mostrar um ritmo pessoal real porque, no final das contas, estamos um pouco distantes”, encerrou Colapinto.
A Fórmula 1 volta de 24 a 26 de outubro com o GP da Cidade do México. O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades AO VIVO E EM TEMPO REAL, além de classificação e corrida em SEGUNDA TELA no YouTube, em parceria com a Voz do Esporte. O Briefing chega para analisar após o fim de cada dia de atividades nas redes sociais e na GPTV.
Além da cobertura tradicional, o GRANDE PRÊMIO estará IN LOCO no Autódromo Hermanos Rodríguez para acompanhar todas as emoções da etapa com o repórter Daniel Balsa.
GP da Cidade do México de F1: veja os horários em Brasil, Cabo Verde, Portugal, Angola e Moçambique:
| Sessão | BRA* | CBV | POR ANG | MOZ |
| Treino livre 1 | 15:30 | 17:30 | 19:30 | 20:30 |
| Treino livre 2 | 19:00 | 21:00 | 23:00 | 0:00 |
| Treino livre 3 | 14:30 | 16:30 | 18:30 | 19:30 |
| Classificação | 18:00 | 20:00 | 22:00 | 23:00 |
| Corrida | 17:00 | 19:00 | 21:00 | 22:00 |
*Horário de Brasília
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