No ritmo de Haas e McLaren, Williams completa cinco anos sem passar à fase final da classificação em Mônaco

Cinco anos - e serão seis - até que a Williams volte a avançar ao Q3 num treino classificatório para o GP de Mônaco. É um problema que a equipe de Grove simplesmente não consegue consertar, continuando num limbo sem fim no final de semana de Monte Carlo

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Ao longo da história, a Williams logrou algum êxito no GP de Mônaco. Já até venceu por três vezes, todas com pilotos diferentes — Carlos Reutemann, em 1980, Keke Rosberg, em 1983, e Juan Pablo Montoya, em 2003. Mas a falta de traquejo da equipe de Grove com o GP mais charmoso do calendário da F1 se reflete mais nitidamente nos últimos anos. Com os resultados do treino classificatório deste sábado (28), serão ao menos cinco anos sem um de seus pilotos largando no top-10 – Felipe Massa sai em 14º e Valtteri Bottas, fez o 11º tempo, mas sai em décimo por conta da punição a Kimi Räikkönen.

 
A 'sofrência' entre Williams e Mônaco é, portanto, antiga. Não é uma questão de modelo de carro ou de pilotos. Foram cinco modelos nos últimos cinco anos. Quatro pilotos. Mas nada dá jeito nos problemas de uma equipe que vê como apenas um feixe de luz distante num túnel que leva até Pastor Maldonado, oitavo colocado no grid de largada de 2011, no seu ano de estreia na F1.
 
Naquele ano, enquanto Pastor entrava no top-10, Rubens Barrichello largava na 11ª posição. Era o início da Maldição da Marina. Em 2012, Maldonado foi mal e ainda recebeu punição de dez lugares no grid, largando no 24º e último lugar, bem atrás de Bruno Senna, 13º; em 2013, Maldonado foi 16º, Valtteri Bottas o 14º; em 2015, Massa fez o 14º tempo, mas duas punições à frente o fizeram ser 12º, bem à frente de Bottas, 17º que largou no 16º posto.
Pastor Maldonado já teve seus momentos (Foto: Getty Images)
Nos últimos dois anos, a dificuldade da equipe de Grove, repaginada em relação às temporadas anteriores, foi bem documentada. A Williams mostrava problemas com seu chassi em pista molhada, em pit-stops e em Mônaco. Sabe disso, mas mostra dramáticas dificuldades de atacar os problemas mais duros, sobretudo no chassi. Quanto aos pit-stops, em 2016 a deficiência foi solucionada com louvor.

Mas neste final de semana, a Williams nem sequer passou perto de entrar na queda de braço com Toro Rosso ou Force India, por exemplo, que acabaram sobrando e avançando ao Q3. McLaren e Haas ficaram muito mais na tocada dos ingleses. Uma performance oposta ao que Bottas e Massa mostraram, por exemplo, em Sóchi, num circuito de características urbanas, mas bem mais rápido do que Monte Carlo.

 
São cinco anos sem uma Williams largando nas cinco primeiras filas em Mônaco. Serão seis. Tão errática em vários pontos de sua operação, a equipe de Frank e Claire precisa mostrar que consegue enfrentar seus demônios e voltar a Monte Carlo com dignidade renovada. 
 
Começar mostrando no domingo que ao menos em ritmo de corrida é possível ter êxito será a melhor forma de sair de cabeça erguida. Nestes anos desde 2011, Barrichello, Senna e Massa pontuaram, mas nas posições nove, dez e sete — e o sétimo lugar de Massa foi alcançado com uma volta atrás do vencedor, Nico Rosberg, em 2014, numa corrida atípica em que até Marussia foi aos pontos, com Jules Bianchi.
 
É hora de reagir.

 

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