Novo piloto da Williams, Stroll relativiza importância do dinheiro na carreira e ressalta: “Não compra vitórias”

Contratado pela Williams para 2017, Lance Stroll reconheceu que o dinheiro da família teve um papel importante em sua carreira, mas avaliou que não teria conquistado um lugar na F1 se não tivesse coletado bons resultados nas categorias por onde passou

 

Novo titular da Williams para a temporada 2017 da F1, Lance Stroll reconheceu que seu significativo suporte financeiro o ajudou a progredir na carreira, mas lembrou que o dinheiro só poderá levá-lo até certo ponto. 

 
Aos 18 anos, Stroll fará sua estreia na F1 em 2017 como titular da Williams depois de uma temporada dominante na F3 Europeia, onde conquistou 14 vitórias no caminho para o título.
 
Mesmo contando com um expressivo suporte financeiro do pai, Lawrence, Lance frisa que foram seus resultados que o levaram até a F1.
Lance Stroll vai guiar pela Williams em 2017 (Foto: Williams)

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“Isso funciona de duas formas”, disse Stroll. “Uma é que você tem de ter um patrocinador ou um membro da família, alguém que te ajude dos oito anos de idade até que você chegue à F1 — se você chegar à F1”, seguiu.
 
“Sem isso, eu não teria conseguido mudar do Canadá para a Europa e perseguido meu sonho”, reconheceu. “Depois disso, não importa quanto dinheiro você tenha, não importa de onde você vem, se você realmente não virar o volante para a esquerda e para a direita, e ser o mais rápido possível na posta, você não vence corridas”, apontou.
 
“Dinheiro não compra vitórias. Dinheiro pode comprar oportunidade, pode comprar uma vaga no kart, na F4 e na F3. Mas agora se você não tem pontos para a superlicença, o que exige vencer campeonatos como F4, F3, GP2 — você precisa conquistar aqueles 40 pontos —, o que eu fiz, você não chega à F1”, ressaltou.
 
Stroll reconheceu que pilotos “muito talentosos” não conseguiram chegar à F1, mas sublinhou suas conquistas na hora de justificar sua promoção à elite do esporte.
 
“[O dinheiro] te permite correr, é verdade, você não pode negar isso. Nós estamos em um esporte muito caro, e tiveram muitos pilotos que não tiveram oportunidade que são muito talentosos, o que é realmente infeliz”, comentou. “Eu trabalhei muito duro, venci aqueles campeonatos, e, sem vencê-los, não estaria aqui. Poderia ter todo dinheiro do mundo e terminar em último, e isso não me colocaria onde estou”, concluiu.
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