Pai de Bianchi vê Halo como “passo adiante” na segurança da F1, mas é cético: “Para Jules, isso não mudaria nada”

Phillipe Bianchi usa o próprio filho como exemplo das falhas do Halo, protótipo de proteção do cockpit testado por Kimi Räikkönen. O francês pensa que, em casos de choque com detritos pequenos ou de desaceleração extrema, os pilotos ainda estão muito expostos

Phillippe Bianchi, pai de Jules, ainda tem suas dúvidas sobre o Halo, protótipo de proteção ao cockpit aplicado pela primeira vez nesta quinta-feira (3) no carro de Kimi Räikkönen. De acordo com Phillippe, o sistema, apesar de significar um avanço na segurança dos pilotos, ainda está longe de ser perfeito.
 
O francês pensa que, de fato, o Halo é útil para o caso de grandes peças de carro se soltando. Todavia, a sentença não é verdade para o caso de impacto com peças pequenas.
Kimi Räikkönen testou pela primeira vez o ‘halo’ para proteção do cockpit da F1 (Foto: Getty Images)
“Considero isso um passo adiante em termos de segurança. É óbvio que, no caso de uma roda se soltando, esse sistema seria efetivo. Todavia, no caso de pequenos detritos, como aconteceu com Felipe Massa e Justin Wilson, isso não mudaria nada. Então é um passo adiante, mas não resolve tudo”, avaliou.
 
Phillippe provou isso justamente atrás do seu exemplo mais próximo – o acidente fatal de seu filho, Jules. De acordo com o pai, foi a desaceleração extrema que levou o filho ao óbito.
 
“Para Jules, isso não mudaria nada. Foi uma desaceleração extremamente violenta que causou o dano ao seu cérebro, que todos conhecemos. Acho que desenvolver o HANS, para absorver melhor a desaceleração em um impacto severo, ajudaria neste caso”, seguiu.
 
“O Halo não me convenceu, ainda precisa ser aperfeiçoado. Esteticamente é bastante ruim, e tenho dúvidas sobre a visão dos pilotos. A FIA quer atuar após os acidentes de Jules e Justin, mas precisa ir além”, finalizou.
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