Palmer tem demissão antecipada e deixa Renault após GP do Japão. Sainz assume a partir dos Estados Unidos

A já confirmada ida de Carlos Sainz Jr. para a Renault foi adiantada: Suzuka será o último palco de sua passagem pela Toro Rosso. Jolyon Palmer deixa a categoria e, a partir da corrida em Austin, no final de outubro, Daniil Kvyat volta para a Toro Rosso

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A Renault anunciou neste sábado (7), após o treino de classificação para o GP do Japão, que a corrida em Suzuka será a última de Jolyon Palmer pela equipe. A partir da corrida em Austin, nos Estados Unidos, a próxima do calendário da F1, Carlos Sainz Jr., que teve o acerto com a equipe divulgado há um mês, guiará um dos carros da equipe, ao lado de Nico Hülkenberg.

Palmer tem a demissão antecipada e deixará a categoria. Enquanto isso, o espaço aberto na Toro Rosso pela saída de Sainz será ocupado por uma velha cara: Daniil Kvyat, que volta ao grid após ser substituído por Pierre Gasly na Malásia, na última semana.

A princípio, o acordo valeria apenas para 2018 – mas os resultados de Palmer não conseguiram segurá-lo na Renault (nem mesmo o sexto lugar em Singapura, em setembro). O piloto publicou uma mensagem no Instagram confirmando que o Japão será sua despedida.

"Com minha punição, largarei no fundo do grid, mas estarei dando meu máximo como sempre. Obrigado a todos pela torcida durante os dois últimos anos, significou muito!", escreveu o piloto.

Mesmo sendo campeão da GP2, hoje F2, em 2014, Palmer nunca conseguiu se destacar como um piloto de alto nível. Isso começou a se evidenciar já em 2015, quando tudo que o britânico conseguiu foi a vaga de piloto reserva da Lotus. No ano que deveria ser de ascensão, tudo que Jolyon conseguiu foi disputar 13 treinos livres pela escuderia.

A oportunidade como titular veio em 2016, quando a Lotus virou Renault. Formando dupla com Kevin Magnussen, Palmer foi ofuscado e somou apenas um ponto no GP da Malásia. A dificuldade para brilhar ficou ainda maior em 2017, quando Magnussen foi trocado pelo eficiente Nico Hülkenberg. O britânico seguiu decepcionando, ficando claramente atrás do companheiro alemão. O único ponto alto foi o inesperado sexto lugar em Singapura, seu melhor resultado na F1.

Carlos Sainz (Foto: Getty Images/Red Bull Content Pool)

Já a saída de Sainz serviu para a Toro Rosso romper contrato com a Renault e passar a ter, em 2018, a Honda como fornecedora de motores. Ele está em sua terceira temporada na F1 e faz seu melhor ano, aparecendo em nono no Mundial de Pilotos – em 2016 foi 12°.

"Competir nestas últimas quatro corridas pela Renault me dá a oportunidade de conhecer o time e o carro antes do esperado. Darei meu melhor na corrida de amanhã para ter a despedida perfeita", afirmou Sainz sobre o acordo.

Ele também falou sobre sua, agora, ex-equipe: “Gostaria de agradecer a Toro Rosso e a Red Bull por permitirem que eu termine a temporada com a Renault. Mais especificamente, quero agradecer aos meus mecânicos e engenheiros pelo apoio e grande trabalho nestes anos. A Toro Rosso é feita de um fantástico grupo de pessoas e eu desejo a todos o melhor para o futuro.”

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